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Tag: Diocese de Parintins

Regional Norte 1 participa de Fórum da CEPAST-CNBB em Brasília

Entre os dias 5 e 7 de agosto o Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil participou do Fórum da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (CEPAST-CNBB), na Casa Dom Luciano Mendes de Almeida, em Brasília. O encontro reuniu representantes de todos os regionais da CNBB, coordenações nacionais das Pastorais Sociais e Organismos, além de diversas instituições parceiras. Com o objetivo de fortalecer a dimensão sociotransformadora da fé e refletir sobre os desafios da sociedade brasileira. Inspirado pelo tema “Minha comunidade eclesial transforma o mundo”e pela passagem bíblica “Alarga o espaço de sua tenda”(Is 54,2), o Fórum promoveu três dias de intensa programação com momentos celebrativos, debates e articulações. O primeiro dia contou com a acolhida dos participantes, seguido de um trabalho em grupos, por macrorregiões, Pastorais Urbanas, Pastorais da Mobilidade Humana, Pastorais do Cuidado com a vida e da Saúde Integral. Os grupos puderam evidenciar os desafios atuais mais que afetam a caminhada sociotransformadora da Igreja. Ao final do dia, os presentes participaram da exibição do documentário “Ferida nas Águas – As marcas da mineração e a resistência das comunidades pesqueiras”.  O filme é uma produção do Conselho Pastoral dos Pescadores e Pescadoras (CPP) e retrata os impactos da mineração nos territórios pesqueiros e a resistência dos povos das águas. Compromisso O segundo dia contou com reflexões sobre a realidade sociotransformadora do país, discussão das Novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026-2032)e diálogo sobre oGrito dos Excluídos. Já o último dia, aconteceu o envio missionário, debates sobre o projeto vocacional e sobre a incidência política das pastorais sociais. O Fórum reafirma o compromisso da Igreja com a defesa da vida, da justiça e dos direitos humanos. Um espaço de encontro, formação e articulação orientado pelo método ver, julgar e agir. Para Irmã Rosiene Gomes, articuladora das Pastorais Sociais e Organismos do Regional Norte 1, participar do fórum tem um significado profundo da presença transformadora da Igreja. “Ao reconhecermos juntos os avanços e os desafios, renovamos nosso compromisso com a missão e reafirmamos a força da unidade. Esses encontros são sinais da profecia que nos impulsiona a não nos acomodarmos, mas a buscarmos sempre caminhos que expressem uma Igreja aberta e comprometida com o Evangelho. Quando partilhamos experiências, descobrimos que a diversidade de realidades nos enriquece e nos fortalece. É na comunhão e na sinodalidade que testemunhamos o rosto de uma Igreja que seja presença transformadora no mundo”, explicou a irmã. Informações e fotos: Ir. Rosiene Gomes, articuladora das Pastorais Sociais Regional Norte 1

“Seminaristas em Cristo, unidos na Missão” Conselho Missionário de Seminaristas realiza 2º Formação Missionária

O Conselho Missionário de Seminaristas do Regional Norte 1 (COMISE Labontè) realizou a 2ª Formação Missionária para Seminaristas de 2026. Com o tema “Seminaristas em Cristo, unidos na Missão”, o encontro aconteceu na manhã do dia 4 de agosto, no Seminário Arquidiocesano São José, em Manaus, com a assessoria do Pe. Rafael López, Secretário Nacional da Pontifícia União Missionária (PUM). O encontro iniciou com um contexto histórico dos caminhos missionários da Igreja.  Destacando a comemoração do centenário do Dia Mundial das Missões. Os participantes mergulharam no tema “Um em Cristo, unidos na missão” da Campanha Missionária 2026, por meio das três partes que compõem a mensagem de Papa Leão XIV. Na primeira parte, “Um em Cristo”, recorda que a missão é fundamentada no amor trinitário, assim a comunidade nasce dessa comunhão da Trindade. Essa relação trinitária deve despertar em nós o desejo pela unidade, que é uma responsabilidade própria da Igreja Missionária. Mais do que um conjunto de práticas ou ideias, a identidade cristã nos torna participantes da relação filial de Cristo com Pai e o Espírito Santo. Unidos na missão Na segunda parte, o pontífice convida a viver “Unidos na missão” como caminho orientativo da evangelização.  O papa tem insistido na espiritualidade de comunhão que acolhe a diversidade como riqueza, e supera as fragmentações que flagelam a jeito de ser Igreja. Por isso, é fundamental convergir os diversos carismas para “tornar visível o amor de Cristo”, que ultrapassa uma uniformidade e estabelece o encontro com Ele. Na terceira parte, Pe. Rafael López destacou que mensagem transmitida deve ser sempre do amor de Deus. A missão de todos os discípulos e discípulas é o anúncio que nasce do amor, se vive no amor e conduz para o amor. Sobre o cartaz missionário, o padre destacou que representa a universalidade da missão que não faz distinção entre as pessoas. “Nesse mundo dilacerado por polarizações, por divisões, estar unidos sempre em Cristo. Essa unidade em Cristo que nos levar a anunciar o Evangelho. E para poder anunciar o Evangelho em Jesus Cristo, é necessário nós também fazer a experiência desse Cristo Ressuscitado. Esse Cristo que deve animar nossa missão, a estar unidos a Cristo, para poder anunciar Cristo às pessoas”, explicou Pe. Rafael López. Cooperação missionária A caminhada conjunta integra as dioceses e prelazias em harmonia com os conselhos missionários. O seminarista Leonan Barros, da Diocese do Alto Solimões e coordenador do COMISE Labontè, recordou que muitos seminaristas têm resistência a cooperação missionária. Ele apontou que coordenação regional tem buscado fortalecer a caminhada conjunta com o COMIDI. O coordenador reforçou a participação do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), do Seminário Propedêutico da Arquidiocese de Manaus e do Serviço de Animação Vocacional (SAV) com fundamentais para a integração dos organismos missionários. Para Rosa Maria Santos, da coordenação do COMIDI Manaus, é sempre “uma alegria missionária estar aqui presente nesse momento”. Ela enfatizou a alegria da contribuição mútua de aprendizado durante o processo de formação. Em sua colocação, a missionária recordou que somos uma Igreja em saída, respondendo ao caminho sinodal, guiados pela “ação do Espírito Santo, que é o protagonista da missão”. É o auxílio do Espírito Santo que nos permite viver os desafios da missão no dia a dia.

Dom Zenildo Lima, Dom José Alburquerque e Pe. Geraldo Bendaham: vidas pelo Reino

Neste 4 de agosto de 2026, mês dedicado às vocações, celebramos os 30 anos de ordenação presbiteral de três figuras marcantes para o nosso Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1): Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar de Manaus; Dom José Albuquerque, bispo da Diocese de Parintins e Pe. Geraldo Bendaham, coordenador de Pastoral de nossa Arquidiocese. Seus caminhos vocacionais são permeados por uma profunda entrega ao serviço do Reino de Deus. Quem já experienciou sentar-se à mesa com Dom Zenildo Lima ou com Pe. Geraldo Bendaham sabe que a conversa perpassa por diversos assuntos e por profundas reflexões sobre a vida, a fé e os processos de evangelização encarnados nas realidades da Amazônia urbana e ribeirinha. Mais do que uma troca de informações, é quase que uma aula de diferentes conteúdos. Ali. Postos à mesa. A mesa como lugar do encontro, da oferta, da generosidade, da companhia. É a proposta de uma Igreja que sempre de novo se aproxima, se apequena, se permite acessar para transmitir a Esperança gestada no Evangelho. Proximidade Não permite a indiferença, a superioridade, a distância. Mas exige proximidade. Proximidade de quem procura o Senhor, acha o Senhor, encontra o Senhor, vive com Senhor. E, por isso, deseja que outros também experimentem encontrar a pérola preciosa que é Jesus, nos dizia Papa Francisco. E é justamente no encontro com Cristo que a vida muda, saboriza. Na gratuidade da vida oferecida, o não reter para si; mas experimentar, entre a amargura e a doçura, a presença Dele, a Palavra feita carne. Ao contemplarmos suas entregas radicais, somos atraídos a vislumbram uma vida em diferente perspectiva. São sinais de uma humanidade tocada para responder a tantos anseios e a utilizar suas vozes em defesa da plenitude da vida, para que todos a tenham em abundância. Missão Três homens chamados à missão de conduzir as nossas comunidades e transformá-las em locais de encontro, de relação, de vivência. Homens de reflexão, e mais ainda, homens de ação concreta e fecunda. Homens que experimentam a dor do Reino de Deus. Nos versos de Pe. Zezinho, essa “dor do Reino de Deus” é feita de amor e paz, “é feita de luz, é feita de cruz, é feita de não compactuar”. Homens que responderam à voz do Bom Pastor, se ligaram a Ele, e se comprometeram a viver pelos caminhos da libertação. Que administram em sua vida cotidiana “a pérola preciosa do encontro com Deus e com os outros”. Neste dia recorremos a Imaculada Conceição, que caminhe com eles e lhes permita cantar bonito as maravilhas do Reino da Vida e da Esperança. Texto: Emmanuel Grieco. Texto de opinião em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de vivências cotidianas.

Pastoral da Juventude realiza 74ª Reunião da Coordenação Regional Norte 1

A Coordenação da Pastoral da Juventude do Regional Norte 1 realizou a 74ª Reunião, entre os dias 24 a 26 de julho de 2026, no Seminário Arquidiocesano São José, em Manaus. Seis representantes de nossas 9 Igrejas Locais estiveram presentes para fortalecer a caminhada da PJ. Com momentos de vivência, oração, celebração e partilha das realidades das Igrejas e da vida dos participantes, pautada no seguimento a Jesus Cristo.  Entre os presentes estava Marcelo dos Santos Pereira, da Prelazia de Tefé e coordenador Nacional da PJ pelo Regional Norte 1. Derlane Dourado, coordenadora Regional pela Diocese de Roraima e Hugo Rocha coordenador Regional pela Diocese de Coari. Vinícius do Carmo, coordenador Regional pela Diocese de Parintins; Thaylle de Oliveira, coordenadora Regional pela Prelazia de Tefé; e Cleisiane da Silva, coordenadora Regional pela Diocese de Borba. Seguimento a Jesus Durante a programação, os coordenadores trabalharam o tema “O seguimento de Jesus Cristo é o fundamento da nossa ação pastoral”, conduzido por Dom Frei Samuel Ferreira, bispo auxiliar de Manaus. Em seguida, os jovens iniciaram a organização das ações pastorais da PJ no regional, o puxirum (palavra da língua indígena para trabalho coletivo), para facilitar o trabalho e a comunhão pastoral dos jovens nas bases com atividades programadas. Segundo Marcelo Pereira, nome de “Plano de ação Puxirum” é uma homenagem à juventude Amazônica. É o horizonte de fazer memória ao povo amazônida “que há séculos vem trabalhando essa prática nos beiradões e rincões da nossa imensa Amazônia”. Ele explicou que o uso nos conduz para a “mística do Bem-Viver”. Esse trabalho coletivo é uma “opção pedagógica da Pastoral da Juventude” para a evangelização da Juventude. Acompanhamento Para Derlane Dourado, coordenadora Regional pela Diocese de Roraima, a experiência desses três dias de encontro estimulou a esperança de crescimento da PJ no regional. Os dias intensos de trabalho e estudo permitiram a construção do plano de Evangelização regional para o triênio (2026-2028). Além do contato com os novos membros, Derlane Dourado pontuou o acompanhamento dos bispos Dom Samuel Ferreira e Dom José Albuquerque, da Diocese de Parintins. “foi um final de semana bem proveitoso para todos nós. E aí a presença também dos bispos, né, nos acompanhando, foi muito interessante, que a gente sente essa presença, né, de comunhão, de Igreja caminhando junto também, né, de mãos dadas. E esse acompanhamento com os jovens é muito importante, que os jovens se sentem também amparados e seguros”, disse Derlane Dourado. Novo coordenação A integrante da Comissão Regional de Assessores, Ir. Ana Jerusa Feitosa, da Congregação das Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo, destacou que esse foi o primeiro encontro presencial da nova coordenação. A assessora reforçou a importância da troca de experiências vivida pela PJ em cada uma das Igrejas Locais. Outro ponto relevante foi o diálogo sobre as atividades que ainda vão ser desenvolvidas com a igreja do regional. O encontro é um sinal de continuidade dos jovens ao plano de Evangelização, na construção do Reino de Deus, com sua forma de ser jovem no território amazônico. A Pastoral da Juventude segue testemunhado sua fé e seu compromisso com a participação social, a cidadania e a defesa dos direitos dos jovens.

Seminaristas participam do 14º FORMISE Nacional em Campo Grande (MS)

10 seminaristas do Conselho Missionário de Seminaristas Regional Norte 1 (COMISE Labonté), juntamente com a Ir. Rosana Marchetti, Missionária da Imaculada, assessora eclesiástica do grupo, participarão do 14º FORMISE Nacional. A Formação Missionária de Seminaristas acontece de 26 a 30 de julho, com o tema “Missionários para uma Igreja Samaritana: um em Cristo, unidos na missão” e o lema “Um em Cristo, unidos na missão”, em Campo Grande (MS). O encontro é um tempo intenso de formação, convivência e renovação missionária. A proposta busca fortalecer a vocação missionária, inspirada no Evangelho e no compromisso com uma Igreja próxima do povo, solidária e atenta às realidades humanas. Além da formação, o FORMISE constrói um espaço de partilha, fraternidade e intercâmbio cultural e eclesial, favorecendo o encontro entre diferentes realidades do país e fortalecendo a comunhão e a cooperação na missão da Igreja. Informações: Pontifícias Obras Missionárias (POM), imagem: COMISE Labontè

Comissão Regional de Diáconos realiza 8ª Assembleia Regional Norte 1 de Diáconos Permanentes e Esposas

A Comissão Regional de Diáconos está reunida no Centro de Formação Maromba em Manaus/AM para a 8ª Assembleia Regional Norte 1 de Diáconos Permanentes e Esposas com 96 participantes. Entre os dias 24, 25 e 26 de julho de 2026, iluminada pelo tema “O ser Diácono em uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão” (Jo 21,2-3), a assembleia busca estreitar os laços entre os diáconos que atuam em nosso Arquidiocese, Dioceses e Prelazias. Esse elo permite ampliar o cuidado de uns com os outros e fortalece a caminhada sinodal da Igreja na Amazônia. O primeiro dia do encontro foi destinado à acolhida dos diáconos e esposas das dioceses e prelazias. A manhã do sábado (25), iniciou com a Celebração Eucarística presidida por Dom Samuel Ferreira, bispo auxiliar de Manaus e referencial regional para a Comissão de Diáconos. Em seguida, Dom Joaquim Hudson Ribeiro, bispo auxiliar de Manaus, abordou o tema do encontro com participantes, que finalizaram a manhã com uma reflexão em grupos. Pela tarde, os presentes apresentaram uma prévia para escolha da nova Comissão Regional dos Diáconos. Além disso, um dos diáconos da Prelazia de Tefé e das Dioceses de Parintins e Borba comentaram sobre as experiências e desafios vividos em nossas dioceses e prelazias. Tempo e distância O diácono Milton Gonzaga, da Prelazia de Tefé, destacou a disponibilidade dos diáconos em ajudar não somente nas celebrações, mas também nas formações e outras atividades que acontecem. Ele relatou que as visitas distantes da sede do município exigem uma maior disponibilidade de tempo, um desafio é vencer as distâncias para chegar até as comunidades mais distantes, principalmente no período da vazante dos rios: “A gente não vai na comunidade e volta no mesmo dia, sempre é 10, 12 dias nas comunidades, dormindo nas comunidades, permanecendo nas comunidades, conversando com eles, rezando com eles, celebrando com eles. Então, são assim, não dá para ir em uma comunidade e voltar. E a gente vai e fica, dorme na lancha, permanece com ele o dia todo”, explicou o diácono Milton Gonzaga. O diácono José Grana (Toti), da Diocese de Borba, enfatizou o trabalho de aproximação diaconal promovido por Dom Zenildo Luiz, bispo diocesano, desde a sua chegada. Principalmente com a criação da Escola Diaconal Dom Adriano Veigle e a divisão da diocese em 4 Foranias que levam o nome dos quatro evangelistas. Visita as comunidades Na diocese de Parintins, o diácono Edinaldo Tavares, da Cidade, da Paróquia Nossa Senhora do Bom Socorro, em Barreirinha, apontou a presença de nove diáconos atuantes. Ele recordou que a realidade deles “é como qualquer outro diácono do interior”. Isto é, “visitar as comunidades e, da maneira que podemos chegar até as comunidades ribeirinhas”. Ele enfatizou que a forma de locomoção que usa para chegar até as comunidades é canoa ou lancha, com “uma média de 4, 5 horas andando de barco para chegar”. Mesmo com algumas limitações de saúde que surgiram com o passar dos anos ele explica que busca dar o máximo de si. Além disso, reforçou que “gente também sempre tem que equilibrar o atendimento e assistência com a família”. A expectativa do domingo é para a eleição dos novos membros que conduzirão a Comissão Regional e o enceramento da assembleia com a presença do Cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo Metropolitano e presidente do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1). Texto e fotos: Emmanuel Grieco

Regional Norte 1 participa da 46ª Reunião Ampliada do CEMOVIC

O Regional Norte 1 participou da 46ª Reunião Ampliada da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CEMOVIC), de 13 a 16 de julho, na Casa Dom Luciano, em Brasília (DF). Dom José Albuquerque, bispo da Diocese de Parintins, referencial a nível nacional e regional do Serviço de Animação Vocacional (SAV) e da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB), e Ir. Gervis Monteiro, fsp, representando o SAV de nosso regional Norte 1. Entre as pautas do encontro, os participantes realizaram o estudo das novas diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026-2032) e a atualização das Diretrizes para a formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil, Documento 110, sobre a formação presbiteral no Brasil. As principais instituições e organismos que compõem e participam desta comissão incluem: Ordem das Virgens (AISB); Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB); Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB); Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNISB); Comissão Nacional de Presbíteros (CNP); Comissão Nacional de Diáconos (CND); Serviço de Animação Vocacional(SAV), e Instituto de Pastoral Vocacional (IPV). “Nós temos um documento de estudo, e ontem (14) foi o dia todo para poder estudar e atualizar para as instituições de nossa comissão as novas diretrizes, e hoje (15) nós estamos refletindo sobre a formação presbiteral, apresentando sugestões para a atualização do documento que fala sobre a formação dos presbíteros. Basicamente, esses são os dois grandes assuntos, e depois assuntos de cada instituição”, destacou Dom José Albuquerque.

Pré-Congresso Vocacional: horizontes vocacionais na Amazônia

No último final de semana o Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou o Pré-Congresso Vocacional para refletirmos os horizontes vocacionais na Amazônia. Durante três dias vivenciamos um estudo dedicado ao Texto-Base do 5º Congresso Vocacional do Brasil que acontecerá em Aparecida (SP), 4 a 6 de setembro de 2026. O pré-congresso é uma oportunidade de nossas Igrejas Locais partilharem suas impressões, seus desafios e modo como a cultura vocacional se apresenta diante dos diversos contextos pastorais. É sabido que nossas realidades são tocadas por profundas e sofridas experiências humanas, mas mais ainda, transbordamos a esperança vivificante do Evangelho em um Igreja que acolhe a todos e todas. Nossas comunidades são uma expressão do tema escolhido para 5º Congresso Nacional: “Comunidades Vocacionais: Encontro, Testemunho e Missão”, com o lema “Perseverantes e bem unidos, partiam o pão pelas casas”. Dentro do processo sinodal, as igrejas particulares trouxeram suas contribuições que serão enviadas para a preparação de subsídios para o Congresso Nacional. Integralidade da pessoa humana A Igreja na Amazônia está inserida em locais com regiões de garimpo, de comunidades abandonadas, de famílias com outras configurações. Esses espações são marcados por violações de direitos fundamentais, seja por violência física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial. Por isso, a presença da Igreja Católica, com a Iniciação à Vida Cristã, deve olhar para essas realidades buscar construir caminhos que devolvam a integralidade da pessoa humana. Para a Ir. Florizete Maria Moreira, das Irmãs Franciscanas de São Félix de Cantalice (CSSF), que atua na Prelazia de Tefé, o Serviço de Animação Vocacional (SAV) necessita olhar para as realidades da prostituição, do garimpo e do tráfico de drogas. Ela destacou que lá se encontram “muitos colombianos, muitas mães solteiras, muitas crianças, muitas viúvas de maridos vivos. Então, é uma realidade muito dura”. “A gente tem que mostrar essa pessoa que Deus o ama como ela é. Não os dogmas, o que a gente traz nos nossos livros, mas acolher. Eu acho que um dos principais aspectos da pastoral vocacional, do SAV, é acolher esse jovem na sua realidade. A família que a gente compõe hoje, há 20 anos atrás, já não é mais esse modelo de família que a gente tem nos interiores”, destacou a irmã sobre a realidade encontrada nos interiores do Amazonas. Centrados na pessoa de Jesus A sua fala nasceu depois de um dia dos trabalhos em grupo que refletiram o Texto-base. Ela também enfatizou que a vida religiosa se sustenta nessas realidades desafiadoras estando “24 horas centrada na pessoa de Jesus”. Viver esse segmento da pessoa de Jesus e apresentá-lo para os outros requer “tirar um pouco do que está na nossa mente, de tudo certinho, de tudo perfeito”. “Até o jovem que vem hoje para os seminários não é perfeito, gente. Às vezes ele sabe quem é a mãe, mas não sabe quem é o pai. É criado por avô. Então, esse que são as famílias. A gente, ah, vamos começar a iniciação cristã. Bonito, nós vamos fazer isso, mas com a família que ele tem. Tem jovens que querem ser um padre, mas tem lá os processos que não deixam. Tem uma jovem que quer ser uma religiosa, mas quando vai ver a vida que a igreja cai em cima, nós religiosas mesmas, você não pode. Você não pode ser padre, você não pode ser irmã, você não pode”, refletiu a irmã. Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus, refletiu que essas realidades “devem encontrar em nós um desejo, uma motivação de animação vocacional”. Elas fazem parte da “vida e missão neste chão” e “nós temos uma grande contribuição para dar”. Em sua intervenção, o bispo expressou sua preocupação com a necessidade fazermos frente à essas realidades. Isto é, conduzir nossos corações para uma disponibilidade que não ofereça apenas respostas pontuais perante “uma avalanche estrutural que vem esmagando as pessoas”. Questionar as identidades O texto-base traz quatro partes fundamentais: a Exegese, partindo do capítulo 2 dos Atos Apóstolos, Encontro, Testemunho e a Missão. Essas partes nos ajudam a compreender a identidade das comunidades eclesiais como comunidades vocacionais. O estudo das partes norteou o trabalho dos grupos no questionamento vocacional dessas identidades, e assim contribuiu na construção de indicações para a animação vocacional nas igrejas locais do nosso regional. O pré-congresso é um convite a olhar as realidades de encontro, de testemunho e de missão em nossas comunidades eclesiais. Os dias de encontro realizados Centro de Treinamento Maromba, em Manaus, foram destinados a uma reflexão da Igreja de Manaus e do Regional Norte 1. O estudo do texto nos confronta em nossas realidades cotidianas, nos revela a beleza e a dignidade da vocação. Processo vocacional Dom Zenildo Lima fez memória de um período em que havia uma contraposição de ideias vocacionais. De um lado, uma resposta imediata de cada um de nós a um apelo de Deus, e de outro um vislumbrar do processo vocacional “como uma disponibilidade profética para responder aos desafios gritantes de uma realidade”. “Na época em que a gente refletia a partir da teologia latino-americana da libertação, a gente levava muito isso em conta no aspecto vocacional. A gente queria ser padre, a gente queria ser religiosa, a gente queria se consagrar para poder responder a questões tão gritantes. Essas sensibilidades não se opõem. O aspecto subjetivo da nossa liberdade diante do apelo compassivo de Deus não se opõe à capacidade de indignação”, recordou o bispo. Esse panorama social, levantado durante as exposições, que toca a questão da família, da juventude recordam a figura de Maria. Segundo bispo, “uma jovem, aparentemente, podia se parecer frágil lá em Nazaré, e como teve uma capacidade de leitura absolutamente transformadora da realidade”. Ela “conseguiu vislumbrar diante de um cenário aparentemente tão impossível de se combater, a possibilidade de derrubar os poderosos dos tronos e elevar os humildes” e isso deve nos encorajar vocacionalmente. Alcançar todos Como referencial nacional para vocações, Dom José Albuquerque, Bispo da Diocese de Parintins, destacou a beleza de celebrar…
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Cardeal Steiner: Somos todos vocacionados a semear a Palavra

Somos todos vocacionados a semear a Palavra. Foram as palavras do cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo Metropolitano de Manaus, durante celebração Eucarística das 7h30, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Conceição. Os mais de 70 congressistas do Pré-Congresso Vocacional Regional estiveram presentes na celebração que marcou o último dia do encontro. Em sua homilia o cardeal recordou que todos somos convidados a ser terra fértil que dá frutos, e nos leva à plenitude da vida. Os bispos Dom Wilfried Theising, auxiliar da Diocese de Münster (Alemanha), em visita à Arquidiocese de Manaus e Dom José Albuquerque, da Diocese de Parintins e Referencial para o Serviço de Animação Vocacional Nacional (SAV) concelebraram a Eucaristia. Além de Pe. Valmir Costa, coordenador do Departamento de Formação do Instituto Pastoral Vocacional (IPV), assessor do pré-congresso; os padres Leonardo dos Santos, assessor do SAV arquidiocesano e Pedro Cavalcante, Reitor do Seminário Arquidiocesano São José; Pe. Alex Mota, da Prelazia de Itacoatiara, os padres Marco Aurélio e Lyvio Costa, da Diocese de Parintins; Pe. Josinaldo da Silva, da Diocese de Coari e Pe. Pedro Cezar do Amaral, de Tabatinga, Diocese do Alto Solimões. Você confere abaixo a homilia do cardeal Leonardo Steiner: O semeador saiu a semear. A palavra que desde toda a eternidade está semeando. Desde toda a eternidade está semeando. Semeou, estrelas, semeou sóis, luas, plantas, águas, animais. Vemos a mão generosa que lança sementes e que os números não controlam, os cálculos enlouquecem. Não foi a Palavra que tudo criou, nos gerou? Semeou um povo que gerou o Filho de Deus, a filha de Sião, e semeou esperança, libertação, coragem, fidelidade, e continua a semear. E nós somos os receptadores, receptadoras da Palavra. A Palavra do amor, a Palavra da conversão, a Palavra da esperança, a Palavra da libertação, a Palavra do afeto. Quantas sementes a quase enlouquecer o nosso coração. O semeador é esparramar palavras. Quase nos foi dado vir o cair das sementes pela abundância do semeador. Generoso, abundante, desmedido, a semear. Semeia à beira do caminho, semeia entre pedras, entre espinhos, até encontrar a terra boa. Semeia, semeia sempre. Teimosamente semeia. Não houve lugar onde as sementes não caíssem. E semeou, espalhou, espargiu como se desejasse que toda a terra recebesse o dom da semente. Não que distribuísse as sementes, pois era generoso demais em apenas entregar ou deixar cair. Ao lançar com a mão semeadora, buscava espaços para que a semente pudesse germinar, mais, frutificar. Sementes irradiadoras não porque sobrassem, mas porque ele procura e busca o lugar para germinar e frutificar. Talvez possam crescer também à beira do caminho, talvez até entre pedras, talvez até entre espinhos. E na medida em que acompanhamos a palavra que é lançada em todas as direções, em todos os espaços, somos tomados de uma espécie de encanto, admiração pela abundância, a generosidade do semeador. Esperança de quem ao semear deseja germinação, frutificação. A sementeira foi feita pelos apóstolos e pelos profetas, mas é Jesus quem semeia, nos diz Santo Agostinho. Semeando, pois, entre as nações, o que disse Cristo? Um semeador saiu a semear. No outro texto, os semeadores foram enviados para colher. Agora, o semeador sai para semear. Não se queixa, no entanto, do trabalho. Com efeito, que importa que o grão de trigo caia beiro do caminho sobre as pedras ou entre espinhos? Se ele se deixasse desencorajar por esses lugares ingratos, não avançaria e não chegaria até a terra boa. É de nós que fala o texto, nos diz Santo Agostinho. Ele está a falar de cada um de nós. Seremos esse caminho, essas pedras, esses espinhos? Somos a terra boa? Dispomos o nosso coração para produzir 30 vezes, 60 vezes, 100 vezes, poderíamos dizer mil vezes. 30 vezes, mil vezes, sempre trigo, apenas trigo. A graça, a força da Palavra. Não sejamos mais esse caminho onde a semente é pisada por quem passa e onde o nosso inimigo agarra. Nem essas pedras onde a terra é pouco profunda faz germinar rapidamente um grão que não consegue resistir ao calor do sol. Nunca mais esses espinhos, as ambições deste mundo, esse hábito de fazer o mal. E conclui Santo Agostinho, com efeito, que coisa pior pode haver do que aplicar todos os esforços a uma vida que impede chegar à plenitude da vida? Que coisa mais infeliz que escolher a vida para perder a vida? Que coisa mais triste que temer a morte para sucumbir ao poder da morte? Arranquemos os espinhos, preparemos o terreno, recebamos a semente, aguentemos até a colheita, aspiremos por poder dar muito fruto. Então, queridos irmãos, queridas irmãs, dispomos a nossa pessoa, o nosso ser, para sermos aqueles, aquelas que produzem 100 vezes mais, 60 vezes mais, 30 vezes mais. Não sejamos esse caminho onde a semente é pisada por quem passa, não sejamos as pedras com pouca umidade, não sejamos os espinhos que sufocam a graça da Palavra. Jesus é o semeador, mas ao mesmo tempo a semente. A Palavra, a Palavra que saiu de Deus e veio semear, e semeia e continua a semear sempre, senão não estaríamos aqui, senão não faríamos um pré-congresso vocacional, se não tivéssemos recebido a graça da Palavra, a semente da Palavra de Deus. A generosidade e a gratuidade de quem semeia não está preocupado com o grão de trigo que cai à beira do caminho, sob as pedras ou entre os espinhos. Ele se deixa desencorajar por esses lugares ingratos? Não, porque senão não avançaria até a terra boa. Não importa o terreno, as dificuldades ou contrariedades, muito menos as perspectivas de sucesso da colheita. O que importa é semear, é espargir. Como Deus, queridos irmãos e irmãs, é extraordinário, está insistentemente semeando em cada um de nós. Semeando em cada um de nós em todas as nossas situações existenciais em todos os nossos fechamentos e distrações em todas as nossas rejeições e afastamentos em todas as nossas recusas assim mesmo ele semeia não deixa de semear sejamos então terra boa. A terra é boa, o…
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Regional Norte 1 da CNBB inicia Pré-Congresso Vocacional em Manaus

O Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) iniciou o Pré-Congresso Vocacional. Com o tema “Comunidades Vocacionais: encontro, testemunho e missão” e lema “Perseverantes e bem unidos, partiam o pão pelas casas” (At 2,46). De 10 a 12 de julho de 2026, no Centro de Formação Maromba, em Manaus. O encontro é uma preparação colaborativa para o 5º Congresso Vocacional do Brasil, promovido pela CNBB. A primeira noite contou com uma apresentação do SAV Regional por Dom José Albuquerque, bispo da Diocese de Parintins e referencial nacional do SAV e por Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus. Em sua fala, Dom Zenildo Lima recordou que desde a década de 70 os bispos pensavam em um formato de Igrejas Locais que correspondessem às realidades da Amazônia. Embora existisse uma profunda gratidão à “forte da presença das congregações missionárias”, alguns nomes do episcopado da época desejam que se constituísse um Igreja com rostos pertencentes ao território amazônico. Nomes como Dom Adalberto Marzi, no Alto Solimões e Dom Gutemberg Regis, em Coari. Dom Jorge Marskell, em Itacoatiara, Dom Arcângelo Cerqua, em Parintins, e Dom João de Sousa Lima em Manaus tiveram a percepção do o sínodo hoje chama de “Igreja com rosto amazônico”. “São lideranças que pensaram isso: A gente tem que levar para frente a vida dessa Igreja. Somos profundamente agradecidos aos missionários Ad Gentes que atravessaram o oceano para vir para cá, mas temos que ter o projeto de Igreja. Um dos mais lúcidos, nesse sentido, foi o bispo de Coari (Dom Gutembeg Regis) que pensou um projeto muito claro de agentes autóctones não somente clero, né?! Depois então começamos um caminho de pastoral vocacional”, explicou o bispo. Caminho vocacional Ao recordar o caminho vocacional do regional, Dom Zenildo lima destacou que inicialmente a animação da Pastoral Vocacional era feita por presbíteros. Nas décadas de 70 e 80, a pastoral procurava compreender o homem e a mulher amazônidas. Isto é, havia uma preocupação com a pessoa com a qual se trabalharia, nas palavras do bispo, “um peso antropológico”. “Depois, num outro momento da nossa animação vocacional, sempre dentro desse projeto de Igreja, a gente pensou assim, precisamos diversificar a ministerialidade. Então, a preocupação de ter clero local sempre foi um desafio para as nossas dioceses e prelazias. Mas, sobretudo, a preocupação de uma Igreja que fosse servida além do ministro presbítero, outros ministros também. Nos últimos anos, a gente retomou muito esse discurso da ministerialidade”, recordou bispo. Ao pensar sobre a ministerialidade, o bispo recordou que as últimas diretrizes do nosso regional “a comunidade aparece como um elemento muito significativo”. E relembrou que o cardeal Leonardo Steiner, tem insistido nos seus recentes discursos que “onde tem a comunidade, tem a igreja”. Uma abordagem a partir da comunidade que permite sua diversidade de sujeitos. Homens e mulheres comprometidos Inicialmente a animação vocacional envolvia os presbíteros. Depois, as mulheres da vida religiosa construíram um legado da animação. Também os cristãos leigos e leigas sempre estiveram presentes. A exemplo na Diocese de Parintins, que conta com da presença de casais, da vocação matrimonial dentro dessa perspectiva da animação vocacional”, afirmou Dom Zenildo Lima. Ainda que a animação vocacional do regional transmita a sensação de constantes recomeços, o auxiliar enfatizou que eles nunca iniciam do zero. Esses recomeços são sempre construídos em cima daquilo que em algum momento da história já foi trabalhado. Por esse motivo, é capaz de formar discípulos missionários, comprometidos com a realidade e com o exercício de serviços ministeriais na Amazônia. “Comprometidos com a realidade histórica dessa região, comprometidos com as questões socioambientais, comprometidos com a questão do cuidado com a casa comum. Comprometidos com algumas lutas que a gente trava, algumas questões que são permanentes para nós, como o combate à violência, o combate ao tráfico de pessoas, essas coisas que foram entrando na nossa pauta, mas não simplesmente como um ponto solto dentro da dinâmica pastoral”, disse Dom Zenildo Lima. Frutos do trabalho missionário Dom José Albuquerque destacou que a presença de rostos amazônicos no encontro é fruto do trabalho de missionários vindos de “diversas partes do Brasil e do mundo”. Eles contribuíram para que nos compreendêssemos como vocacionados. Com isso, a Igreja na Amazônia assumiu uma forte característica missionária. Com “o cheiro das ovelhas”, que pisa no chão, na lama, que anda de rabeta, de canoa, enfrenta temporais, que dorme em rede”. “É uma igreja que é marcada por essa dimensão missionária, que isso é muito original. E é também uma igreja onde a força dos cristãos leigos e leigas é inegável. Principalmente das mulheres. As mulheres são protagonistas. Ai de nós bispos e padres, se não fossem as religiosas, as leigas, nos mais diversos serviços pastorais. A força da mulher aqui é algo muito bonito, que a gente precisa também saber valorizar. E as mulheres não estão assim como auxiliares, não são apenas assessoras, são protagonistas”, pontuou o bispo. A expectativa do Congresso Nacional é fortalecer a consciência de que a comunidade eclesial é o ambiente fundamental para a animação, discernimento e vivência vocacional. Essa promoção de uma cultura vocacional, traz como novidade a perspectiva de uma nova linguagem para alcançar as novas realidades. Com assessoria de Pe. Valmir de Costa, RCJ, Religioso Rogacionista. Doutor em Filosofia e Coordenador do Departamento de Formação do Instituto de Pastoral Vocacional. Os mais de 70 participantes enfatizam a missão como elemento constitutivo do Serviço de Animação Vocacional.