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Dom Zenildo Lima: “convidados por Jesus a participar da sua missão”

Na manhã deste domingo, 25 de janeiro de 2026, Dom Zenildo Lima da Silva, bispo auxiliar de Manaus presidiu a celebração do 3° Domingo do Tempo Comum, às 7h30, na Catedral Metropolitana de Manaus. O bispo iniciou sua homilia dizendo que a Palavra de Deus “sempre nos envolve como participantes dos acontecimentos da vida de Jesus“. Este envolvimento transmitido pela liturgia deste domingo faz com que nos sintamos “convidados por Jesus a participar da sua missão”. “A atuação de Jesus alcança a nossa vida, nos liberta, nos transforma. A atuação de Jesus nos envolve e nos faz participantes dos seus gestos que alcançam outros e promovem também libertação”, explicou Dom Zenildo. A experiência da humilhação Ao comentar a primeira leitura da profecia de Isaías, o bispo recordou que este mesmo trecho foi lido na noite de Natal. Na ocasião, as regiões de Zabulon e Neftali foram apresentadas como uma região humilhada e sob às trevas de onde “vai brilhar uma grande luz”. Essa ideia introduz a acolhida do menino que chegará e será a luz que ilumina as nações. Já no Tempo Comum, Dom Zenildo apontou que a leitura nos situa “numa geografia” onde Jesus começa o exercício de ministério assumido no Batismo. Em continuidade, explicou que esses dois territórios pertenciam a duas das doze tribos de Israel, e eram cobiçadas pela sua localização próxima ao Mar, que favorecia o comércio. Por essa razão, o território foi tomado pelos assírios, um episódio que remente a tantos outros onde um império decide ocupar outra região. O domínio exercido pelos assírios submeteu “o povo a uma experiência de humilhação” como relatou o profeta. “Este povo que foi humilhado. Agora é justamente nesse espaço, neste ambiente, neste território, nesta vivência humana, neste contexto de história, marcado pela humilhação, que a ação de Deus, que a intervenção de Deus, vai apresentar, vai gerar, vai possibilitar ao povo experimentar uma novidade. E de repente uma história vergonhosa e humilhante, um lugar que foi chamado até lugar dos pagãos, agora vai ser reconhecido como lugar da morada de Deus. Mais tarde, neste território, ali mesmo próximo de Cafarnaum, é onde Jesus vai se estabelecer e o lugar vai ficar conhecido como a cidade de Jesus”, enfatizou Dom Zenildo. O Projeto Salvífico do Pai Ao iniciar a liturgia com essa profecia, Isaías indica que a presença de Jesus na região “faz parte de um grande projeto salvífico do nosso Deus” que ultrapassa o acaso. Essa perspectiva é acentuada pelo evangelista Mateus, que apresenta a tomada de consciência de Jesus do ambiente ameaçador no qual se encontra, no contexto da prisão de João Batista, e mesmo assim opta pela continuidade da pregação iniciada: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”. “Então somos convidados agora a esta experiência de conversão, a esta experiência do Reino. A primeira parte do Evangelho mostra Jesus situado neste lugar, situado nesta região, para fazer acontecer essas mudanças que são próprias do projeto de Deus, da proposta de Deus, da promessa de Deus. A vida, a luminosidade, a abundância, a plenitude na existência de cada homem e de cada mulher. Zabulon e Neftali pode ser o nosso território. Zabulon e Neftali pode ser pedaços de nós, pedaços da nossa história, pedaços da nossa geografia, pedaços do nosso trajeto. Zabulon e Neftali podem ser também experiências humilhantes que porventura tenhamos passado. Mas é justamente nesses lugares, nesses tempos, nestas experiências, que a presença de Jesus vai ser profundamente inovadora e provocadora de novidade”, enfatizou o bispo. Jesus potencializa tudo em nós A compreensão da segunda parte do Evangelho categoriza o convite de Jesus a “não ter medo de colocar o dedo nessas feridas”. Dom Zenildo Lima explicou que a novidade desse convite é olhar os espaços da vida e “assimilar e a transformar” as memórias e mágoas de humilhações. Por isso, ao se estabelecer em Cafarnaum, região de Zabulon e Neftali, Jesus envolve pessoas com “necessidade de sentido”, potencializando as “experiências de busca de cada homem e de cada mulher”, pois “é aquele que não apaga o pavio que ainda fumega, nem quebra a cana rachada”. “Jesus se aproxima de homens que estão pescando. É a atividade deles, é o sustento deles, é onde eles se realizam, é a experiência que eles conhecem para viver e para sustentar a própria existência. Jesus agora propõe, a partir da experiência deles, uma existência mais profunda. Venham comigo, homens que vivem de pesca. Venham comigo, pessoas que fazem da pesca a sua subsistência, a sua existência. Venham comigo, pessoas que descobriram no ato da pesca o próprio sentido. E eu vou ressignificar essa experiência de vocês. Eu vou fazer de vocês pescadores de homens. Eu vou dar sentido novo, eu vou agregar valor novo à experiência que está em vocês”, evidenciou o bispo. Ao salientar esse chamado de Jesus, o bispo sublinha que os outros dois pescadores (Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João) consertando a rede, expressam uma certa resistência para “tentar ajeitar as coisas para ficar na mesma”. No entanto, o Evangelho destaca que “imediatamente eles aceitaram esta proposta de Jesus que ressignifica a vida da gente”. Com essa atitude, o Evangelho explicita que “João Batista sai de cena, não necessariamente como ruptura, e agora a centralidade é da pessoa de Jesus” que “ressignifica as nossas buscas”. A centralidade de Jesus desfaz as divisões “Não há porque haver divisões. As divisões só existem na comunidade quando se perde a centralidade de Jesus. Paulo escreve a uma comunidade que está marcada pela divisão. É uma comunidade que está fascinada com discursos novos”, explicou Dom Zenildo sobre a segunda leitura da Carta de São Paulo aos Coríntios. Para ele, nossas comunidades se encontram dividas porque optam por tirar de foco a “existência divina que convive conosco e se coloca no centro os discursos que se fazem atrativos”. Daí a necessidade de resgatarmos o convite de “acolher a pessoa de Jesus, que dá um novo sentido a tudo” e molda um jeito de “ser e existir…
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Pastoral do Menor realiza 1° formação na Diocese de Alto Solimões

Entre os dias 14 e 18 de janeiro de 2026, aconteceu 1ª Formação da Pastoral do Menor no Centro Pastoral Catequético da Paróquia São Paulo Apóstolo, na Diocese de Alto Solimões, no município de São Paulo de Olivença (AM). A atividade formativa busca implantar a Pastoral do Menor na região para a promoção e defesa da vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social. Segundo Silvia Maria Porto, coordenadora da Pastoral do Menor do Regional Norte 1, a realização da formação partiu do pároco, Pe. Marcelo Gualberto. O sacerdote observou o número preocupante de situações de vulnerabilidade pessoal ou social vivida por uma parcela significativa das crianças e adolescentes no munícipio. Por isso, a programação foi dividida em duas etapas: as visitas institucionais e atividades formativas. Conhecer a articulação municipal Nos dias 14 e 15 de janeiro, os agentes da Pastoral do Menor visitaram as instalações municipais da rede de proteção do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA), o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), o Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS), o Conselho Tutelar e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Além de uma breve apresentação sobre a Pastoral, a visita buscou compreender o funcionamento a articulação da rede de proteção do município, bem como reforçar o convite para que os profissionais participassem das formações promovidas pela paróquia. As temáticas desenvolvidas Entre os dias 16 a 18 de janeiro, a coordenadora Silvia Porto, que também é Conselheira de Direitos, do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA/AM) e Assistente Social apresentou a História da Pastoral do Menor, a forma como se organiza e trabalha; os Documentos, Diretrizes e Subsídios usados; a Escola de Cidadania Dom Luciano de Almeida e sua metodologia própria voltada ao protagonismo dos adolescentes; e a Política de Proteção Integral de Crianças, Adolescentes e Pessoas Vulneráveis (PPI). Outra temática desenvolvida, foi ministrada pelo educador da Pastoral do Menor, Frank Sena, pós-graduado em Educação Ambiental, pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), sobre Educação Ambiental, na perspectiva da sustentabilidade; Alimentação saudável nas escolas; Projetos Sustentáveis e os Meios de Registro de Denúncias nas esferas municipal, estadual e federal. Informações e fotos: Pastoral do Menor Regional Norte 1

Diocese de Parintins realiza formação para multiplicadores da Campanha da Fraternidade 2026

A Diocese de Parintins realizou o Encontro de Formação para Multiplicadores da Campanha da Fraternidade 2026. A atividade reuniu aproximadamente 30 representantes das paróquias da diocese, nos dias 17 e 18 de janeiro, no Centro Pastoral Mãe de Deus, em Parintins. A iniciativa busca aprofundar o tema de “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14) proposta pela campanha deste ano. O encontro contou com a presença de Dom José Albuquerque, bispo diocesano; Dom Giuliano Frigeni, bispo emérito. A formação temática foi ministrada pela Ir. Rosiene Gomes (Mdl, PIME), Articuladora das Pastorais Sociais do Regional Norte 1, que conduziu as reflexões e orientações pastorais objetivo preparar os multiplicadores da Campanha da Fraternidade para compreender, vivenciar e anunciar o tema nas comunidades. A proposta convida à reflexão sobre a realidade da moradia, à luz do Evangelho, promovendo a dignidade humana, a fraternidade e o compromisso cristão com a justiça social. Fotos e informações: Diocese de Parintins

Assembleia Regional das CEBs encerra com eleição de nova coordenação

Com o tema “CEBs: reconhecendo sua história e propondo outros horizontes” 44 representantes das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1) realizaram a Assembleia Regional das CEBs, entre os dias 16 e 18 de janeiro de 2026, na Igreja São Jorge, em Manaus. A assembleia teve caráter formativo e eletivo de avaliação da caminhada das CEBs no regional e de reflexão sobre novos horizontes para sua missão evangelizadora e social. O encontro reuniu membros da Arquidiocese de Manaus, das dioceses de Alto Solimões, Borba, Parintins, Roraima e São Gabriel da Cachoeira, além das prelazias de Itacoatiara e Tefé. No sábado (17), Pe. Paolo Cugini, sistematizou uma análise de conjuntura dividida em 4 partes: 1. Reconhecer a história; 2. Características identitárias das CEBs; 3. Análise Crítica da comunidade e das CEBs; e 4. Propondo novos horizontes – conjuntura eclesial, desenvolvimento e tradição. Nova coordenação Durante o encontro, o grupo refletiu cada uma das realidades pelo exercício da memória do caminho percorrido. As intervenções partiram do cenário local de cada Igreja para o contexto Regional. Pautados pela Esperança, destacaram as conquistas alcançadas e indicaram caminhos para aprofundar a espiritualidade, a profecia, a sustentabilidade, o compromisso com os vulneráveis e cuidado com a Casa Comum à luz da Palavra de Deus. No domingo (19), foram apresentados os informes sobre a Ampliada Nacional e o 16° Intereclesial das CEBs. Na eleição, a nova equipe de coordenação assume a condução das CEBs do Regional Norte 1 com a seguinte composição: Darlene de Oliveira, da Prelazia de Itacoatiara; Magleide Roque e Maria Antônia de Oliveira, da Diocese de Roraima; Maria Eliani Pereira, da Diocese de Borba, e Suelen Cley da Silva, da Arquidiocese de Manaus. Além das articuladoras na Ampliada Nacional, Adriana Chirone, da Diocese de Roraima e Zélia Guimarães, da Arquidiocese de Manaus e a assessora regional, Irmã Paulina Lagos, da Congregação Irmãs da Sagrada Família de Spoleto.

Em Teresina, Cardeal Steiner participa de encontro com Ministro Wellington Dias sobre iniciativas de impacto social

Na manhã deste sábado, 17 de janeiro de 2026, em Teresina (PI), o cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo de Manaus e Presidente do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Regional Norte 1), participou de um breve encontro com o Ministro Wellington Dias, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, e Dom Juarez Marques, arcebispo de Teresina. Na ocasião, o ministro apresentou algumas propostas de investimento para favorecer populações de baixa renda nas áreas de segurança alimentar e apoio a iniciativas de microempreendedores nos setores de produção e serviços. Ele solicitou o apoio da Igreja Católica às iniciativas, considerando a capilaridade da instituição por meio de seus organismos. Wellington Dias destacou que a parceria estratégica colabora com a eficiência dos resultados devido a credibilidade da Igreja com a população. Embora as propostas tenham espaço na região Nordeste, onde já existe articulação de várias cooperativas, o ministro esclareceu que seguem um princípio válido para outras regiões do país. Além disso, a perspectiva apresentada também leva em conta iniciativas de serviços para o espaço urbano.

Seminaristas do Regional Norte 1 participam da 2ª Experiência Vocacional- Missionária Nacional de Seminaristas

Quatro seminaristas do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Regional Norte 1), estão na 2ª Experiência Vocacional- Missionária Nacional de Seminaristas. O evento com cerca de 200 seminaristas acontece entre os dias 12 a 24 de janeiro de 2026, em Palmas, Tocantins. Promovido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), por meio da Comissão Missionária de Seminaristas (COMISE Brasil), o tema escolhido foi “Vocação e Missão: firmes na fé, ardentes na esperança” e lema “Alarga o espaço da tua tenda” (Is 54,2).  Nos três primeiros dias, os participantes estiveram em Palmas para atividades de formação e preparação missionária. Após esse período, foram enviados em missão em diversas cidades do interior do Tocantins, além de cidades do Pará e do Mato Grosso, fortalecendo a presença da Igreja nas comunidades. A iniciativa buscar aprofundar a formação presbiteral, integrando a dimensão missionária com a “Igreja em saída”, por meio da escuta, do anúncio e do encontro com o as pessoas. Uma oportunidade de aprofundamento, troca de experiências e fortalecimento da vocação através do serviço missionário concreto. O COMISE Labontè enviou os seminaristas Adrian Francescoli, da Diocese de Parintins; Geovane Batista, Fernando Levati e Arlison Lima (Malaquias) da Arquidiocese de Manaus. Novos horizontes Por telefone, Arlison Lima comentou sobre as expectativas para experiência missionária. Em suas palavras, “a primeira que eu tenho é justamente o encontro, né? O encontro com uma nova realidade, com um novo modo de evangelização, porque essa é a saída do missionário, né? Se sair de nós mesmos, sair daquilo, das dependências que nós temos, né? E aí é o encontro do novo”. O seminarista foi enviado para a Prelazia de São Félix do Araguaia e deseja compreender como o processo de Evangelização acontece no Regional Norte 3. “Tem uma expectativa também da acolhida, né? De como é vivenciar esse amor de Cristo. Sabemos que todos nós somos igreja e para onde for, sempre ali teria um sinal, um traço da igreja. Então, desde já, está uma expectativa na nossa acolhida de como seremos enviados para a missão”, disse Arlison. Embora estejam na região amazônica, os seminaristas acreditam que será uma experiência com muitas novidades. “A cultura, o clima, a vegetação, vai ser muitas coisas diferentes”, explicou Arlison. Vivenciar essa outra realidade presente na Amazônia os coloca diante de novas perspectivas, mas sempre permeada pelo amor trinitário que conduz a missão, como ele reconheceu ao dizer que “o que a gente vai encontrar com toda certeza, vai ser o amor, o amor de Deus em meio a eles”. Uma boa acolhida O seminarista também comentou que os três dias de formação foram fundamentais para compreender o modo de evangelização do regional Norte 3. Aprofundando aspectos significativos de um missionário para compreender a “missão como um todo”. Além disso, Arlison destacou que acolhida na cidade-sede do evento foi muito significativa. “Desde o início a gente já foi colocado nas casas, os moradores da Arquidiocese de Palmas, e eles foram muito atenciosos conosco. Sem contar nos encontros, nos preparativos, em todas as coisas, sempre tem esse ar de acolhida muito forte e isso nos faz lembrar a importância de uma boa acolhida, de botar realmente o amor de Jesus Cristo em tudo que a gente faz. Eu valorizo muito esse aspecto formativo na missão nacional dos seminaristas”, finalizou o seminarista. Fotos: Assessoria de comunicação Regional Norte 3 e COMISE Brasil

Seminaristas da Diocese de Parintins realizam experiência missionária

Os seminaristas da Diocese de Parintins realizaram quase duas semanas de experiência missionária nas paróquias da Diocese. De 5 a 10 de janeiro estiveram na Paróquia São Sebastião, na comunidade do Maranhão, no Aicurapá; e de 12 a 15 de janeiro, na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, na comunidade de Santo Antônio do Tracajá. Pe. Marcos Aurélio, reitor do Seminário Propedêutico padre Francisco Dinelly, comentou, em vídeo divulgado pelas redes sociais, que os seminaristas envolvidos nas atividades missionárias tiveram a oportunidade de fazer visitas de “casa em casa”. As visitas permitem que os jovens seminaristas escutem “os desafios, as histórias, os dilemas” vivenciados pelos moradores. Além disso, ele explicou que é uma possibilidade de abençoar as casas onde se encontram “doentes cujas doenças colocam a vida da pessoa em risco e de maneira que nós ministramos o sacramento da unção dos enfermos”. “Essa é uma experiência muito gratificante, tanto para eles que nos acolhem, mas principalmente para nós e para os rapazes, porque isso é fundamental para esse processo de discernimento que eles estão fazendo, rumo às ordens sacras, ao ministério ordenado, seja como diácono, seja como padre. A gente só tem a agradecer a Deus por isso”, disse o reitor. A semana missionária também acolheu o seminarista da Diocese de Crato, Lucas Iarley, natural de Juazeiro do Norte, Ceará. Pe. Marcos Aurélio esclareceu que a iniciativa de conhecer a realidade amazônica partiu do próprio candidato, que está finalizando a etapa formativa da Configuração, período de estudos teológicos. Em vídeo, Lucas Iarley destacou a alegria de participar da experiência missionária como espaço de aprendizado e amadurecimento vocacional e espiritual. “Estou aqui na Igreja Amazônica, na Diocese de Parintins, para fazer uma experiência missionária, conhecer a realidade aqui da igreja, conhecer os ribeirinhos, as comunidades indígenas, toda a diocese, para que no futuro, com a graça de Deus, exercer um ministério na Igreja Amazônica como padre missionário no projeto Fidei Donum”. Fotos e informações: Serviço de Animação Vocacional da Diocese de Parintins

Diocese de Coari realiza Animação Missionária no Município de Caapiranga – AM

Entre os dias 06 e 11 de janeiro de 2026, a Diocese de Coari realizou a Animação Missionária no município de Caapiranga, Amazonas. A atividade, coordenada pelo Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), contou com a participação de Pe. Raimundo Gordiano, Marinilton Martins e Jucimara Corrêa, membros do conselho. A equipe visitou 38 casas de moradores da região, com especial atenção aos doentes e idosos, realizando momentos de oração e bênção. Essa ação busca aprofundar a articulação missionária e envolver mais paroquianos nas atividades missionárias.  O conselho comunicou a proposta de retorno em 2027 e a possibilidade de novas animações missionárias em outras paróquias. Segunda Jucimara Corrêa “O momento foi marcado pela simplicidade, no encontro e na confiança de que Deus caminha com seus missionários”. Informações e fotos: Jucimara Corrêa

X Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude 2026: um sopro de unidade

De 06 a 10 de janeiro de 2026, a comitiva do Regional Norte 1 composta por Marcelo Pereira, da Prelazia de Tefé, Coordenador Nacional da PJ pelo Norte 1; Filipe Fialho, da Arquidiocese de Manaus, Coordenador Nacional em transição pelo Norte 1; Giovani Sampaio, delegado pela Arquidiocese de Manaus e Jonatas Vicente, representante da Comissão Nacional de Assessores pelo Norte 1 participou da X Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude. Participaram jovens lideranças de todo o Brasil em Miracema/TO, no Regional Norte 3. Com o tema “Ser PJ Hoje: Nosso Ser e Fazer”, o encontro propõe um tempo de escuta, comunhão fraterna e discernimento sobre a identidade, a missão e o compromisso da PJ com as juventudes presentes nos grupos de jovens espalhados pelo país. A Ampliada marca um momento significativo de unidade, partilha de sonhos e construção coletiva de caminhos para um novo tempo da Pastoral da Juventude no Brasil. Compromisso com a Juventude Marcelo Pereira, coordenador nacional da PJ, explicou que o tema escolhido expressa um tempo de discernimento e reafirmação da identidade da PJ pautado de sentido, coerência e compromisso histórico. Em suas palavras “ajuda a olhar para quem somos enquanto pastoral de juventude e, ao mesmo tempo, para ver como estamos atuando concretamente na realidade”. Para ele, o Brasil, em especial o Regional Norte 1, são marcados por desigualdades sociais, desafios socioambientais, violência, precarização da vida e da juventude, mas também “por muita resistência à organização comunitária e fé encarnada”. “E falar de ser PJ hoje é reafirmar nosso compromisso com uma juventude protagonista, organizada, crítica e comprometida com a vida, especialmente das juventudes mais empobrecidas. Já o nosso fazer, ele nos provoca a avaliar se nossas práticas, formações e presença nas comunidades estão, de fato, dialogando com a realidade amazônica, ribeirinha, urbana e também periférica”, disse Marcelo. Desafios e esperanças A Ampliada abordou desafios e esperanças da pastoral, segundo o coordenador, “um dos desafios mais fortes é cuidar das bases, fortalecer os grupos de jovens, formar novas lideranças e garantir acompanhamento”. Ele também ressaltou o desafio de manter a PJ viva “num tempo em que muitos jovens estão desanimados, sobrecarregados e até distantes da vida comunitária”. Além disso, há a necessidade de atualizar linguagens e formas de atuação, sem perder o olhar para os “jovens mais empobrecidos. “A esperança está na juventude e continua se organizando. Está nos grupos que resistem e seguem firmes. E está também no caminho que a ampliada propõe. Olhar com verdade as luzes e sombras, ouvir as diretrizes e construir também propostas concretas de ação” explicou o coordenador. O impacto no chão das bases As decisões e reflexões vivenciadas no encontro nacional são compartilhadas em forma de orientações práticas “para o chão da base”. Elas se desdobram em formação, prioridades, articulação e acompanhamento, Marcelo Pereira exemplificou que a discussão de diretrizes que ajudam a ser PJ na atualidade “fortalece diretamente o planejamento dos grupos nas dioceses e paróquias” e assim a base recebe “esse sopro de unidade”. “Ela percebe que não está sozinha, que faz parte de uma caminhada maior, uma caminhada nacional. E no Norte 1, isso é ainda mais importante, porque nossas realidades são muito diversas. Juventude urbana, ribeirinha, indígena e interiorana. Então, quando a ampliada ajuda a organizar ideias e a apontar caminhos, ela dá força para um trabalho lá na ponta, num grupo pequeno e que está tentando manter viva a esperança”, enfatizou o coordenador. Diversidade e itinerância A Ampliada em Miracema/TO fortalece a pastoral na “caminhada nacional, diversa e itinerante” explicou Marcelo. Nesse espaço é possível reconhecer a PJ a partir dos “territórios, das culturas, das experiências concretas de cada região”. Os participantes fizeram memória do último triênio de trabalho reconhecendo o que foi construído e assumindo o que precisará ser retomado com mais intensidade. “É um tempo de gratidão, mas também de responsabilidade. E dentro desse caminho, tem um sinal muito concreto dessa continuidade, que, como eu já vim citando, a escolha do novo secretário nacional, que é um serviço essencial para garantir a organização, acompanhamento e unidade no próximo triênio. E isso já aparece como parte do nosso processo que foi essa ampliada” disse Marcelo. Marcelo também comentou destacou o simbolismo do lançamento da segunda edição do subsídio “Somos Igreja Jovem”. Segundo Marcelo “é um material que reforça a nossa identidade, nossa espiritualidade e nossa missão, ajudando a PJ a continuar formando e animando os grupos de base”. Então, o Miracema representa exatamente isso, um lugar de passagem e renovação, onde a PJ se reencontra, se reorganiza e se fortalece para seguir firme, como juventude, que é a igreja e também constrói a igreja no chão da realidade. No link abaixo você pode acessar a segunda edição do Subsídio de estudo “Somos Igreja Jovem” no formato on-line. https://drive.google.com/file/d/1bJCxZDE3wGMebHJdSbWCJm_seb8MqwSE/view?fbclid=PAb21jcAPU1iRleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZA81NjcwNjczNDMzNTI0MjcAAadL8RJOGxby-nIY_xSAJT_vDeen_sRr03t7-M0XcdX0ligBT0Hxv3aQ05bd_A_aem_iNcqM4M6NGMX3BwEHPVszg&pli=1&utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio

Diocese de Borba realiza 1° Encontro Vocacional Diocesano de 2026

A Diocese de Borba realizou o 1º Encontro Vocacional Diocesano de 2026 com a participação de 13 jovens vocacionados, de 9 a 11 de janeiro, na Forania São Marcos, município de Borba, Amazonas. O evento busca despertar e promover o discernimento da vocação sacerdotal. A temáticas apresentadas aos jovens incluíram uma visão geral da Igreja, a Espiritualidade do Padre Diocesano, as Dimensões da Formação Sacerdotal e a Dimensão Humana. O encontro foi organizado pela Coordenação de Pastoral Diocesana e Pe. Jair Alves, reitor do Seminário Propedêutico Nossa Senhora Aparecida. Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva, bispo da Diocese de Borba, ressaltou que “responder ao chamado sacerdotal significa reconhecer a profunda alegria de colocar-se a serviço do povo de Deus, tornando-se ponte entre o céu e a terra, e cuidando das fragilidades humanas por meio da Palavra, dos sacramentos e da presença fraterna”. Amor e doação à Igreja Local A Diocese de Borba tem desenvolvido ações voltadas ao discernimento e ao chamado vocacional, promovendo entre os jovens o amor pela Evangelização e o desejo de servir à Igreja por meio da vocação sacerdotal. Nesse sentido, o Pe. Ângelo Prestes, novo sacerdote da Diocese, destacou que “o chamado ao serviço sacerdotal no contexto diocesano representa uma expressão profunda de amor e doação ao povo da Igreja local, a exemplo de Cristo, o Bom Pastor, que entrega a vida por suas ovelhas”. Para Ademir Jackson, coordenador de Pastoral da Diocese de Borba, “discernir implica questionar: Onde posso amar mais? Onde minha vida encontra sentido pleno?”.Dessa forma, o discernimento vocacional configura-se como um caminho de maturidade que ultrapassa aspirações pesssoais, fundamentado no processo contínuo de oração, acompanhamento e escuta. O encontro vocacional encerrou com a procissão de abertura dos festejos em honra a São Sebastião, padroeiro da comunidade, seguida da Celebração Eucarística, presidida por dom Zenildo Luiz Pereira da Silva, na Basílica de Santo Antônio de Borba. Informações e fotos: Francelina Souza – Coordenação diocesana da Pastoral da Comunicação