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Festa do Seminário São José: celebrar as vocações e a unidade com as comunidades

O último sábado do mês de agosto tem um significado muito especial para a Arquidiocese de Manaus. Nessa noite, todas as nossas comunidades são convidadas para celebrarmos a beleza e a diversidade das vocações e carismas. O acontecimento da festa do Seminário Arquidiocesano São José, a festa das comunidades, é um momento de unidade, alegria, comunhão e missão. Todos os anos, o grande encontra quer repercutir a temática do mês vocacional, alinhado com as reflexões que acontecem e todo o Brasil. Este ano o tema “Unidos e perseverantes na missão”, permeou todo trabalho e a dedicação daqueles e daquelas que se dispuseram a colocar seus dons na construção de um encontro grandioso. Em sua saudação inicial, Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus, recordou “as pessoas das nossas comunidades, dos movimentos, das comunidades de vida, das pastorais, que fazem parceria com essa festa do Seminário Arquidiocesano São José”. Suas palavras reforçaram que nossas comunidades “são lugares de encontro, são lugares de testemunho, são lugares de missão”. Generosidade A festa do seminário arquidiocesano é o espaço da generosidade de nossas comunidades. Seja no empenho de compra e venda dos bingos, sejam nas doações, ou ainda naqueles e naquelas que se voluntariam para que tudo corra da maneira mais agradável possível. Uma história construída e cultivada a mais de trinta anos. Anualmente, os espaços externos do Centro de Formação Maromba e do próprio Seminário São José, em Manaus, recebem centenas de pessoas para uma noite de convivência fraterna. Nos pátios do seminário, vários estandes dão forma à uma magnífica feira vocacional, uma oportunidade de conhecer com a Igreja em Manaus é dinâmica, viva e feita por muitos rostos e vozes. São essas mãos que constroem o cotidiano de nossas paróquias e áreas missionárias. Uma mostra da docilidade da missão. A Feira Vocacional reúne congregações, carismas e movimentos presentes em nossa Arquidiocese, criando um espaço de encontro, partilha e discernimento. Nelas foi possível conhecer diferentes vocações e descobrir como cada pessoa pode responder ao chamado de Deus, seja na vida laical, matrimonial, religiosa ou no Ministério Ordenado. Igrejas Locais Nosso Seminário Arquidiocesano recebe candidatos de nossas 9 Igrejas Locais que compõe o Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1). Os 59 seminaristas, de todas as nossas igrejas locais, se empenham para que aquela casa seja o lugar da hospitalidade. Onde todas e todos se sintam acolhidos e acolhidas. Se sintam participantes da formação de nosso futuro clero. E mais ainda, para que todos se sintam uma única comunidade em Cristo que é o sentido de nossas vocações. A festa também é uma forma de colaborar com o orçamento e manutenção do processo formativo. A venda de bingos, de comidas e bebidas, o espaço para crianças, contribuem na arrecadação de fundos. E todo valor é investido na missão de configurar os jovens seminaristas a pessoa de Jesus, capazes de atuar junto com o Povo de Deus em nossas comunidades nas diversas realidades. Celebração O bispo auxiliar de Manaus, Dom frei Samuel Ferreira, participou pela primeira vez da festa desde sua chegada à Arquidiocese no ano passado. E compartilhou a alegria de “poder estar junto, celebrar com as comunidades, com o seminário”. O bispo recordou que o seminário “é o celeiro de vocações, onde se cultiva a missionariedade, o seguimento de Jesus Cristo, a fidelidade ao Evangelho”. “Queremos celebrar junto com o seminário as vocações ao Ministério Presbiteral, da qual são aqueles que estão sendo preparados para servir e evangelizar as terras amazônicas. E viver esse carisma, essa vivência de seguir o Evangelho na fidelidade da fé e da missão”, destacou bispo durante vídeo para redes sociais do seminário. A festa contou a participação de grupos musicais regionais, apresentações culturais e com a banda do próprio seminário encerrando o evento com grande alegria. Uma noite marcada pelo encontro fraterno de oração e celebração que incentivou a troca de experiências da vocação ao qual cada um e cada uma foi chamado a servir aos irmãos e irmãs, construindo o Reino de Deus e testemunhando a boa notícia do Evangelho.

Regional Norte 1 participa de Fórum da CEPAST-CNBB em Brasília

Entre os dias 5 e 7 de agosto o Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil participou do Fórum da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (CEPAST-CNBB), na Casa Dom Luciano Mendes de Almeida, em Brasília. O encontro reuniu representantes de todos os regionais da CNBB, coordenações nacionais das Pastorais Sociais e Organismos, além de diversas instituições parceiras. Com o objetivo de fortalecer a dimensão sociotransformadora da fé e refletir sobre os desafios da sociedade brasileira. Inspirado pelo tema “Minha comunidade eclesial transforma o mundo”e pela passagem bíblica “Alarga o espaço de sua tenda”(Is 54,2), o Fórum promoveu três dias de intensa programação com momentos celebrativos, debates e articulações. O primeiro dia contou com a acolhida dos participantes, seguido de um trabalho em grupos, por macrorregiões, Pastorais Urbanas, Pastorais da Mobilidade Humana, Pastorais do Cuidado com a vida e da Saúde Integral. Os grupos puderam evidenciar os desafios atuais mais que afetam a caminhada sociotransformadora da Igreja. Ao final do dia, os presentes participaram da exibição do documentário “Ferida nas Águas – As marcas da mineração e a resistência das comunidades pesqueiras”.  O filme é uma produção do Conselho Pastoral dos Pescadores e Pescadoras (CPP) e retrata os impactos da mineração nos territórios pesqueiros e a resistência dos povos das águas. Compromisso O segundo dia contou com reflexões sobre a realidade sociotransformadora do país, discussão das Novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026-2032)e diálogo sobre oGrito dos Excluídos. Já o último dia, aconteceu o envio missionário, debates sobre o projeto vocacional e sobre a incidência política das pastorais sociais. O Fórum reafirma o compromisso da Igreja com a defesa da vida, da justiça e dos direitos humanos. Um espaço de encontro, formação e articulação orientado pelo método ver, julgar e agir. Para Irmã Rosiene Gomes, articuladora das Pastorais Sociais e Organismos do Regional Norte 1, participar do fórum tem um significado profundo da presença transformadora da Igreja. “Ao reconhecermos juntos os avanços e os desafios, renovamos nosso compromisso com a missão e reafirmamos a força da unidade. Esses encontros são sinais da profecia que nos impulsiona a não nos acomodarmos, mas a buscarmos sempre caminhos que expressem uma Igreja aberta e comprometida com o Evangelho. Quando partilhamos experiências, descobrimos que a diversidade de realidades nos enriquece e nos fortalece. É na comunhão e na sinodalidade que testemunhamos o rosto de uma Igreja que seja presença transformadora no mundo”, explicou a irmã. Informações e fotos: Ir. Rosiene Gomes, articuladora das Pastorais Sociais Regional Norte 1

“Seminaristas em Cristo, unidos na Missão” Conselho Missionário de Seminaristas realiza 2º Formação Missionária

O Conselho Missionário de Seminaristas do Regional Norte 1 (COMISE Labontè) realizou a 2ª Formação Missionária para Seminaristas de 2026. Com o tema “Seminaristas em Cristo, unidos na Missão”, o encontro aconteceu na manhã do dia 4 de agosto, no Seminário Arquidiocesano São José, em Manaus, com a assessoria do Pe. Rafael López, Secretário Nacional da Pontifícia União Missionária (PUM). O encontro iniciou com um contexto histórico dos caminhos missionários da Igreja.  Destacando a comemoração do centenário do Dia Mundial das Missões. Os participantes mergulharam no tema “Um em Cristo, unidos na missão” da Campanha Missionária 2026, por meio das três partes que compõem a mensagem de Papa Leão XIV. Na primeira parte, “Um em Cristo”, recorda que a missão é fundamentada no amor trinitário, assim a comunidade nasce dessa comunhão da Trindade. Essa relação trinitária deve despertar em nós o desejo pela unidade, que é uma responsabilidade própria da Igreja Missionária. Mais do que um conjunto de práticas ou ideias, a identidade cristã nos torna participantes da relação filial de Cristo com Pai e o Espírito Santo. Unidos na missão Na segunda parte, o pontífice convida a viver “Unidos na missão” como caminho orientativo da evangelização.  O papa tem insistido na espiritualidade de comunhão que acolhe a diversidade como riqueza, e supera as fragmentações que flagelam a jeito de ser Igreja. Por isso, é fundamental convergir os diversos carismas para “tornar visível o amor de Cristo”, que ultrapassa uma uniformidade e estabelece o encontro com Ele. Na terceira parte, Pe. Rafael López destacou que mensagem transmitida deve ser sempre do amor de Deus. A missão de todos os discípulos e discípulas é o anúncio que nasce do amor, se vive no amor e conduz para o amor. Sobre o cartaz missionário, o padre destacou que representa a universalidade da missão que não faz distinção entre as pessoas. “Nesse mundo dilacerado por polarizações, por divisões, estar unidos sempre em Cristo. Essa unidade em Cristo que nos levar a anunciar o Evangelho. E para poder anunciar o Evangelho em Jesus Cristo, é necessário nós também fazer a experiência desse Cristo Ressuscitado. Esse Cristo que deve animar nossa missão, a estar unidos a Cristo, para poder anunciar Cristo às pessoas”, explicou Pe. Rafael López. Cooperação missionária A caminhada conjunta integra as dioceses e prelazias em harmonia com os conselhos missionários. O seminarista Leonan Barros, da Diocese do Alto Solimões e coordenador do COMISE Labontè, recordou que muitos seminaristas têm resistência a cooperação missionária. Ele apontou que coordenação regional tem buscado fortalecer a caminhada conjunta com o COMIDI. O coordenador reforçou a participação do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), do Seminário Propedêutico da Arquidiocese de Manaus e do Serviço de Animação Vocacional (SAV) com fundamentais para a integração dos organismos missionários. Para Rosa Maria Santos, da coordenação do COMIDI Manaus, é sempre “uma alegria missionária estar aqui presente nesse momento”. Ela enfatizou a alegria da contribuição mútua de aprendizado durante o processo de formação. Em sua colocação, a missionária recordou que somos uma Igreja em saída, respondendo ao caminho sinodal, guiados pela “ação do Espírito Santo, que é o protagonista da missão”. É o auxílio do Espírito Santo que nos permite viver os desafios da missão no dia a dia.

Pasconeiros Regional Norte 1 participam do 9º Encontro Nacional da Pascom, em Aparecida

Com imensa alegria o Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1) está presente no 9º Encontro Nacional da Pascom, que acontece entre os dias 24 e 26 de julho de 2026, no Centro de Eventos do Santuário Nacional de Aparecida (SP). 60 pasconeiros, representantes de nossas Igrejas Locais, se inscreveram no encontro que é organizado Pastoral da Comunicação no Brasil, organismo da Comissão Episcopal para a Comunicação Social da CNBB. A expectativa é dar passos concretos para uma nova articulação em nosso Regional. Comunicação em movimento A página da pascom nacional publicou um trecho da conferência “Comunicação em movimento: a dimensão pastoral da comunicação”, do prefeito do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé, Paolo Ruffini que convidou cada comunicador e comunicadora a usar as redes como um instrumento de evagelização: “Que a rede digital seja um instrumento de comunhão e evangelização, nunca um campo de vaidade, de números ou de exaltação do ego. A rede que sonhamos não aprisiona: ela é tecida pela união, pelo encontro, pelos rostos, pelos corpos e pelo amor que nos conecta como irmãos”, pediu Paolo Ruffini. Ele também destacou que a “comunicação tem muitos rostos: o interpessoal, o pastoral, o institucional, o jornalístico, o cultural (pensemos na arte, no cinema, nas séries de televisão, na literatura, na música em suas diversas formas”. No entanto, a raiz de todas as formas de comunicação é o Verbo desde o princípio. Paolo recordou que a “Igreja era uma rede antes que a rede fosse. E essa união vem de Deus. Fotos e informações: PASCOM Nacional

Cardeal Steiner: Somos todos vocacionados a semear a Palavra

Somos todos vocacionados a semear a Palavra. Foram as palavras do cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo Metropolitano de Manaus, durante celebração Eucarística das 7h30, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Conceição. Os mais de 70 congressistas do Pré-Congresso Vocacional Regional estiveram presentes na celebração que marcou o último dia do encontro. Em sua homilia o cardeal recordou que todos somos convidados a ser terra fértil que dá frutos, e nos leva à plenitude da vida. Os bispos Dom Wilfried Theising, auxiliar da Diocese de Münster (Alemanha), em visita à Arquidiocese de Manaus e Dom José Albuquerque, da Diocese de Parintins e Referencial para o Serviço de Animação Vocacional Nacional (SAV) concelebraram a Eucaristia. Além de Pe. Valmir Costa, coordenador do Departamento de Formação do Instituto Pastoral Vocacional (IPV), assessor do pré-congresso; os padres Leonardo dos Santos, assessor do SAV arquidiocesano e Pedro Cavalcante, Reitor do Seminário Arquidiocesano São José; Pe. Alex Mota, da Prelazia de Itacoatiara, os padres Marco Aurélio e Lyvio Costa, da Diocese de Parintins; Pe. Josinaldo da Silva, da Diocese de Coari e Pe. Pedro Cezar do Amaral, de Tabatinga, Diocese do Alto Solimões. Você confere abaixo a homilia do cardeal Leonardo Steiner: O semeador saiu a semear. A palavra que desde toda a eternidade está semeando. Desde toda a eternidade está semeando. Semeou, estrelas, semeou sóis, luas, plantas, águas, animais. Vemos a mão generosa que lança sementes e que os números não controlam, os cálculos enlouquecem. Não foi a Palavra que tudo criou, nos gerou? Semeou um povo que gerou o Filho de Deus, a filha de Sião, e semeou esperança, libertação, coragem, fidelidade, e continua a semear. E nós somos os receptadores, receptadoras da Palavra. A Palavra do amor, a Palavra da conversão, a Palavra da esperança, a Palavra da libertação, a Palavra do afeto. Quantas sementes a quase enlouquecer o nosso coração. O semeador é esparramar palavras. Quase nos foi dado vir o cair das sementes pela abundância do semeador. Generoso, abundante, desmedido, a semear. Semeia à beira do caminho, semeia entre pedras, entre espinhos, até encontrar a terra boa. Semeia, semeia sempre. Teimosamente semeia. Não houve lugar onde as sementes não caíssem. E semeou, espalhou, espargiu como se desejasse que toda a terra recebesse o dom da semente. Não que distribuísse as sementes, pois era generoso demais em apenas entregar ou deixar cair. Ao lançar com a mão semeadora, buscava espaços para que a semente pudesse germinar, mais, frutificar. Sementes irradiadoras não porque sobrassem, mas porque ele procura e busca o lugar para germinar e frutificar. Talvez possam crescer também à beira do caminho, talvez até entre pedras, talvez até entre espinhos. E na medida em que acompanhamos a palavra que é lançada em todas as direções, em todos os espaços, somos tomados de uma espécie de encanto, admiração pela abundância, a generosidade do semeador. Esperança de quem ao semear deseja germinação, frutificação. A sementeira foi feita pelos apóstolos e pelos profetas, mas é Jesus quem semeia, nos diz Santo Agostinho. Semeando, pois, entre as nações, o que disse Cristo? Um semeador saiu a semear. No outro texto, os semeadores foram enviados para colher. Agora, o semeador sai para semear. Não se queixa, no entanto, do trabalho. Com efeito, que importa que o grão de trigo caia beiro do caminho sobre as pedras ou entre espinhos? Se ele se deixasse desencorajar por esses lugares ingratos, não avançaria e não chegaria até a terra boa. É de nós que fala o texto, nos diz Santo Agostinho. Ele está a falar de cada um de nós. Seremos esse caminho, essas pedras, esses espinhos? Somos a terra boa? Dispomos o nosso coração para produzir 30 vezes, 60 vezes, 100 vezes, poderíamos dizer mil vezes. 30 vezes, mil vezes, sempre trigo, apenas trigo. A graça, a força da Palavra. Não sejamos mais esse caminho onde a semente é pisada por quem passa e onde o nosso inimigo agarra. Nem essas pedras onde a terra é pouco profunda faz germinar rapidamente um grão que não consegue resistir ao calor do sol. Nunca mais esses espinhos, as ambições deste mundo, esse hábito de fazer o mal. E conclui Santo Agostinho, com efeito, que coisa pior pode haver do que aplicar todos os esforços a uma vida que impede chegar à plenitude da vida? Que coisa mais infeliz que escolher a vida para perder a vida? Que coisa mais triste que temer a morte para sucumbir ao poder da morte? Arranquemos os espinhos, preparemos o terreno, recebamos a semente, aguentemos até a colheita, aspiremos por poder dar muito fruto. Então, queridos irmãos, queridas irmãs, dispomos a nossa pessoa, o nosso ser, para sermos aqueles, aquelas que produzem 100 vezes mais, 60 vezes mais, 30 vezes mais. Não sejamos esse caminho onde a semente é pisada por quem passa, não sejamos as pedras com pouca umidade, não sejamos os espinhos que sufocam a graça da Palavra. Jesus é o semeador, mas ao mesmo tempo a semente. A Palavra, a Palavra que saiu de Deus e veio semear, e semeia e continua a semear sempre, senão não estaríamos aqui, senão não faríamos um pré-congresso vocacional, se não tivéssemos recebido a graça da Palavra, a semente da Palavra de Deus. A generosidade e a gratuidade de quem semeia não está preocupado com o grão de trigo que cai à beira do caminho, sob as pedras ou entre os espinhos. Ele se deixa desencorajar por esses lugares ingratos? Não, porque senão não avançaria até a terra boa. Não importa o terreno, as dificuldades ou contrariedades, muito menos as perspectivas de sucesso da colheita. O que importa é semear, é espargir. Como Deus, queridos irmãos e irmãs, é extraordinário, está insistentemente semeando em cada um de nós. Semeando em cada um de nós em todas as nossas situações existenciais em todos os nossos fechamentos e distrações em todas as nossas rejeições e afastamentos em todas as nossas recusas assim mesmo ele semeia não deixa de semear sejamos então terra boa. A terra é boa, o…
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Regional Norte 1 realiza reunião dos coordenadores de pastoral e organismos

Os coordenadores e coordenadoras de Pastorais e Organismos realizaram a 2ª reunião anual na sede do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Manaus, na tarde de 20 de maio de 2026. O encontro abordou o Protocolo de Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis e a avaliação das atividades de formação e assembleias oferecidas pelo regional. O momento é sinal de comunhão e partilha das vivências pastorais. Multiplicadores do Manual Em relação ao protocolo de proteção, Ir. Rosiene Gomes, articuladora das pastorais e organismos do regional, destacou a importância de que todos conheçam o documento. Esse domínio das normas e orientações é fundamental para formação de novos multiplicadores do manual. A temática deve ser amplamente trabalhada com os agentes de pastoral nas bases das comunidades para que os abusos sejam identificados, coibidos e reparados. Os participantes debateram a necessidade de ampliar as informações sobre o tema em todas as atividades pastorais. Para aprofundar os cuidados em nossos espaços eclesiais, Pe. Gutemberg Pinto comentou a iniciativa da Paróquia São Francisco, em Manaus. A ideia é que a Pastoral da Acolhida tenha um olhar mais sensível aos espaços físicos, para que não se criem possibilidades de nenhum tipo de abuso. O envolvimento contínuo com o material é o caminho escolhido pelo Regional Norte 1 para que todos as Dioceses, Prelazias e a Arquidiocese possam oferecer às crianças, adolescentes e adultos vulneráveis áreas eclesiais seguras. Entre as orientações para formações e denúncias, os agentes devem procurar a comissão metropolitana para receber as instruções de como realizar o trabalho pastoral no território do regional. Os frutos do caminho pastoral Na segunda parte do encontro, os participantes compartilharam um pouco das atividades realizadas até agora com apoio do regional às comunidades. O Conselho Missionário Regional (COMIRE) evidenciou a dificuldade de acesso a alguns locais pelas distâncias geográficas ou instabilidade de sinal de internet. A articulação ainda precisa alcançar as dioceses do Alto Solimões e Roraima e Prelazia de Itacoatiara. Para a Pastoral do Menor, a formação com os educadores da pastoral passa pela metodologia dos Círculos de construção de Paz da Justiça Restaurativa. E a Pastoral da sobriedade apontou que caminha para a implantação na Diocese de Coari e na Prelazia de Tefé com formação de novos agentes. Quanto à Pastoral do Surdo, além da participação de representantes no Encontro Nacional (ENAPAS), a pastoral tem buscado ampliar ações missionárias para a comunidade surda, permitido mais visibilidade. A Pastoral do Migrante compartilhou o fortalecimento da Evangelização por meio da Celebração Eucarística em espanhol em Manaus, São Gabriel e Boa Vista. E o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) tem estimulado formações com as juventudes e mulheres indígenas. Ir. Rosiene também destacou a restruturação das articulações da Pastoral da Saúde em todo o Regional. A Rede um Grito pela Vida também apontou o avanço nas articulações na região amazônica e a necessidade de aprofundar a questão dos crimes virtuais nas formações, além de políticas públicas voltada ao combate ao tráfico de pessoas. A Pastoral Vocacional apresentou a participação de todas as Dioceses e Prelazias na construção do caminho do congresso Regional e Nacional. Por fim, a Conferência dos Religiosos (CRB) realçou a organização da equipe na Diocese de São Gabriel da Cachoeira.

Prevenção, proteção e enfrentamento: Regional Norte 1 realiza 3º Encontro da Equipe Ampliada de Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis.

A prevenção, proteção e enfretamento aos abusos contra crianças, adolescentes e adultos vulneráveis permanece como prioridade do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1). O aprofundamento das ações nas Dioceses e Prelazias acontece desde a elaboração e publicação do Manual de Proteção, sustentando nosso compromisso com espaços eclesiais seguros nas 9 Igrejas que compõem o regional. Nesse horizonte, aconteceu o 3º encontro presencial de formação da Equipe Ampliada de Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis, de 5 a 7 de maio, no Centro de Formação Maromba, em Manaus. A equipe ampliada é composta pelos responsáveis das comissões nas dioceses e prelazias. Além de aprimorar o papel da comissão, os membros receberam orientações metodológicas específicas do procedimento “diante das situações de casos que chegam até as dioceses e prelazias”, explicou Ir. Rose Bertoldo, da Comissão Metropolitana. “A formação é para ir aos poucos entendendo o papel da comissão, bem como o aprofundamento do manual e tentando também aprofundar a metodologia e como a comissão pode fazer esse trabalho de acolhida, de escuta e encaminhar os casos que chegam até a comissão”, disse Ir. Rose. Trabalho em rede Outra abordagem importante, foi a necessidade de ampliação das comissões em cada uma das igrejas locais. Isto porque, o auditor e o notário, responsáveis pelas comissões, têm um papel específico na comissão ampliada. Com mais pessoas nas equipes das igrejas locais é possível ampliar o alcance das formações e garantir o trabalho de prevenção junto às lideranças pastorais. “No primeiro dia, a gente teve uma partilha do trabalho que é realizado nas dioceses, podemos perceber como cada Diocese e Prelazia tem priorizado o trabalho de prevenção junto às lideranças das comunidades. Podemos dizer que praticamente todas as igrejas já trabalharam no primeiro momento dando a conhecer o manual de proteção do Regional Norte 1 com todas as lideranças”, explicou Ir. Rose. Outro ponto fundamental para construir espaços seguros em nossas Igrejas, é o trabalho em rede ampliada. Além do manual, a equipe utiliza as cartilhas “O Sumiço de Carolina”, da Rede Um Grito pela Vida, e “Flor Bela” da Cáritas Arquidiocesana de Manaus. Esses materiais reforçam o cuidado com o processo de formação das comunidades e, segundo a religiosa, contribuem no “trabalho de prevenção, junto às crianças, adolescentes e juventudes que estão nos nossos espaços eclesiais, sejam elas catequizandas, coroinhas, grupos de jovens”. ECA Digital e desafios virtuais Com o avanço das tecnologias e do mundo digital, a contribuição do manual para as Igrejas Locais necessita de atualizações para atender às novas realidades relativas a causa da criança e do adolescente no Brasil. Dom Hudson Ribeiro, bispo auxiliar de Manaus e assessor da equipe ampliada, apresentou aos integrantes o ECA Digital (Lei nº 15.211/25). A nova lei aponta que “a proteção da criança no ambiente digital é um dever dividido entre Família, Sociedade, Estado e Plataformas”. “Esse complemento que faz com que haja uma atenção maior sobre os ambientes digitais, sobre as plataformas, sobre as novas formas de tecnologia que acabam criando situações de vulnerabilidade e de risco para crianças e adolescentes serem violentadas, serem sujeitadas a diversas formas de abuso, dentre os quais o abuso sexual”, explicou o bispo. Revisão e atualização Segundo a Agência Senado, entre as inovações da nova lei está a obrigação de remoção imediata de conteúdos de abuso e exploração infantil nas plataformas online, mecanismos de verificação de idade para liberar a criação de cadastros. Ela inclui as redes sociais, jogos eletrônicos, aplicativos, lojas de apps, sistemas operacionais, plataformas de vídeo e outros serviços digitais que tenham crianças e adolescentes como usuários ou que possam atrair esse público. Dom Hudson Ribeiro apontou que a formação junto às comissões de proteção do Regional Norte 1 contou com o estudo das mudanças que o ECA Digital trouxe. O grupo refletiu os impactos positivos e desafiadores que as comissões prelatícias, diocesanas e a Metropolitana precisam conhecer para apresentá-los “às nossas bases, aos nossos catequistas, às lideranças que lidam com crianças e adolescentes e a nós mesmos que somos os membros dessas comissões”. Daí a necessidade de revisão de partes do manual: “A gente já está vendo que com essa nova lei a gente vai precisar fazer alguns ajustes. para que a gente possa responder à legislação nacional e possa também dialogar com essas novas formas de controle que são positivas para prevenir, evitando com que as violências em ambientes digitais possam se propagar, dentre as quais o estupro virtual, que foi um dos que mais cresceram de 2024 para 2025 e não é diferente de 2026”, enfatizou Dom Hudson. Os bispos e a cultura do cuidado Padre Gilson, Assessor Canônico da Comissão Metropolitana para Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis, destacou o apoio de todos os bispos do regional nas diante da importância da proteção e do cuidado.  Ele reiterou os ensinamentos de Papa Francisco que “nos ensinou que devemos trabalhar a cultura do cuidado, o cuidado das nossas crianças, dos nossos jovens, daqueles mais vulneráveis, da nossa igreja”. Para ele, esse tempo de familiarização dos membros da equipe ampliada com a legislação e orientações canônicas trabalhadas na formação permite que a Igreja da Amazônia continue dando passos no cuidado com os mais vulneráveis. Ele orientou que todos acompanhem e tirem suas dúvidas sobre o manual de proteção com os padres ou nos contatos de e-mails, a nível de dioceses e prelazias.

Encontro de Chanceleres do Regional Norte 1: o caminho sinodal para unidade

Entre os dias 4 e 5 de maio aconteceu o 2º encontro presencial dos chanceleres da Arquidiocese, Dioceses e Prelazias do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1), no Centro de Formação Maromba, em Manaus. Além de fortalecer a caminhada sinodal de cada uma de nossas Igrejas Particulares, o encontro é uma oportunidade de oração e troca de experiências dos caminhos da Evangelização e do funcionamento das Cúrias com seus processos sacramentais e gestão dos registros de documentos. O Código do Direito Canônico indica que o Chanceler é responsável por cuidar da redação dos documentos da cúria e do seu arquivamento (Código de Direito Canônico, c. 482, § 1). Nessa perspectiva, incentivados por Ir. Sofia Quintans, Chanceler da Diocese de Roraima, surgiu a necessidade de unificação dos processos das chancelarias do regional. A partir disso, o primeiro encontro de formações foi realizado em 2025, antecedendo a reunião da Comissão de Proteção de Crianças, Adolescentes e Adultos Vulneráveis do Regional Norte 1, da qual todos os chanceleres participam. Ainda em 2025, Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar de Manaus, foi escolhido para assessorar a equipe. Entre as atividades realizadas, os membros participaram de um curso on-line intensivo com uma grade curricular sistemática, acadêmica e prática para todos que trabalham nesse setor das cúrias, inclusive leigos e leigos. A particularidade de cada Igreja No último domingo (4), cada Chanceler apresentou a Cúria e Chancelaria de sua Prelazia e Diocese, destacando os pontos importantes da realidade vivenciada com fotos, dados reais e processos de sua Chancelaria-Secretaria. O panorama da Arquidiocese de Manaus, das Dioceses de Borba, Coari, do Alto Solimões, de Parintins e Roraima e das Prelazias de Itacoatiara e Tefé permite compreender a particularidade que cada uma apresenta. “Cada chanceler trouxe apresentações, em PowerPoint, sobre os processos vividos nas cúrias, apresentações um panorama e dinâmica vivido por toda Igreja local. Trouxeram dados como quantidades de padres, congregações, paróquias. Neste sentido, foi possível que cada um tenha ideia de como caminha cada Igreja Particular, sentindo as necessidades e luzes presentes no caminho sinodal”, explicou Juliana Martins, Chanceler da Prelazia de Tefé. Unificação do Processo Sacramental Além das apresentações das dinâmicas de atuação, o grupo também abordou o Processo sacramental matrimonial com os documentos e roteiro seguidos em cada Diocese ou Prelazia. A intenção é, dentro das possibilidades de cada realidade, unificar o processo canônico- documental em todo o regional. Essa alternativa busca um consenso para quais são os documentos, canonicamente, são necessários. “A gente tem a curiosidade de saber como que cada um trabalha, como é que é o procedimento na sua diocese. Não é que a gente vai dizer que o certo é lá em Coari, o certo é lá em Manaus, não. Hoje nós vamos chegar ao denominador comum, como é que nós trabalhamos e como é que a gente poderia trabalhar juntos essa unidade”, enfatizou Pe. Flávio Gomes, chanceler da Arquidiocese de Manaus. Sinodalidade e unidade Pela manhã do dia 5, os chanceleres estiveram na Cúria Arquidiocesana, aprofundando o estudo sobre os documentos que não podem faltar no arquivo da Chancelaria, os livros de registros sacramentais e a organização de arquivos e documentos. A formação, ministrada por Abigail Antony, arquivista da Arquidiocese de Manaus, e por Pe. Flávio Gomes, destaca a importância dos documentos assinados pelos bispos e chanceleres, reforça a caminhada de unidade entre as Igrejas e qualifica o trabalho realizado em nossas Dioceses e Prelazias. “Então, essa equipe a nível regional, a nível de Brasil, esse grupo chanceleres no Norte 1, apresenta para nós aquilo que o Papa Francisco já dizia, que a questão sinodal é a unidade. E é isso que nós estamos fazendo, caminhando junto, para que a gente possa dar essa qualificação maior para o nosso Regional Norte 1”, completou Pe. Flávio. Durante a tarde, os participantes avaliaram os dias de formação, organizaram as novas programações, como as próximas reuniões de chanceleres, on-line. Também participaram os chanceleres Pe. Josinaldo Placido, da Diocese de Coari, Pe. Marcos Aurélio, da Diocese de Parintins, Pe. Danilo Monteiro, da Prelazia de Itacoatiara, Pe. Jair Vieira, da Diocese de Borba e Diác. João Souza, da Diocese do Alto Solimões.

Dom Tadeu destaca 4 elementos do retiro realizado na 62ª Assembleia Geral

Na manhã desta quinta-feira, 16 de abril, segundo dia da 62ª Assembleia Geral da conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), Dom Edmilson Tadeu Canavarros, bispo da Prelazia de Itacoatiara, comentou sobre as reflexões proposta no retiro conduzido por Dom Armando Bucciol, bispo emérito de da Diocese de Livramento de Nossa Senhora na Bahia e atual diretor espiritual do nosso Colégio Pontifício Pio Brasileiro em Roma. Dom Tadeu elencou quatro elementos muito importantes desenvolvidos na meditação. Entre eles o seguimento de Jesus nas suas exigências e desafios; o zelo pastoral, que significa “evangelizar como Jesus, o bom pastor”. A parresia evangélica, compreendida como a vivência das “relações humanas livres e transparentes” e o exercício do serviço ao povo de Deus. “Devo lembrar que a parresia é um processo de linguagem, não só com palavras, mas com comportamentos e atitudes. E ele encerrou nos chamando novamente à condição de servos, servos por amor. nesse sentido de exercer nossa diaconia em relação ao povo a nós confiado.”, enfatizou Dom Tadeu Canavarros. Ao final da manhã, os bispos participaram de um grande momento de celebração penitencial com o sacramento da penitência. Em sua mensagem, Dom Tadeu agradeceu a Deus e a Dom Armando pela condução do momento de retiro e suas meditações que facilitam a compreensão da dimensão daquilo que é a Assembleia. Por fim, pediu a todos que mantivessem a unidade na oração.

Construir pontes no diálogo: Regional Norte 1 inicia Encontro Regional de Coordenadores de Pastoral

Entre os dias 24 e 25 de fevereiro de 2026, com o tema “unidos construímos pontes, no diálogo”, acontece o encontro anual dos coordenadores e coordenadoras de Pastoral do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, no Seminário Arquidiocesano São José, em Manaus. Um momento de encontro e partilha da caminhada de cada uma das Igrejas Locais. Durante dois dias os participantes realizarão estudo, socialização e encaminhamento das questões práticas das atividades em comum. Na manhã do primeiro dia, Pe. Valdivino Araújo, da Diocese de Coari, conduziu a oração inicial. Em seguida, o cardeal Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1, expressou que esse encontro é “desejo do regional de fazer uma caminhada” em conjunto, por isso é incentivado pelos bispos como um modo de fortalecer um caminho comum dentro de cada realidade. Essa perspectiva, contribui para a concretização do Sínodo sobre a Sinodalidade e na iluminação das novas diretrizes da ação evangelizadora da CNBB Nacional. Avanços e dificuldades Em seguida, os coordenadores dispuseram de um tempo para apresentar os avanços e dificuldades nos processos pastorais que estão em construção. A criação, organização ou ampliação de conselhos e organismos pastorais tem favorecido as dinâmicas de Evangelização, principalmente pela adesão de leigos e leigas com o apoio dos bispos. Embora haja pequena resistência em alguns pontos, o caminho do diálogo sinodal tem prevalecida e oportunizado novos horizontes. Na Diocese de Roraima, o apelo a unidade por meio da organização dos conselhos diocesanos corresponde ao caminho proposto pelo regional. A formação de novos missionários e missionárias também tem um papel fundamental pela alta rotatividade que acontece na diocese. Além de formações para fortalecimento da pastoral presbiteral, das missões nas áreas indígenas e nas áreas missionárias, alinhadas com as prioridades da diocese: iniciação a vida cristã, o decreto de proteção, e os conselhos pastorais e econômicos em todas as paróquias e a finalização do diretório sacramental. O caminho coletivo na Diocese de Coari, composta por 7 cidades, é marcado pela Assembleia Diocesana Anual. Uma das dificuldades apontadas pelo coordenador de Pastoral, Pe. Valdivino Araújo, é de realizar atividades do programa de formação a nível diocesano, que agora se dividirá nos polos de Coari e Manacapuru. Ele também destacou a força vocacional ao longo da história da diocese, mas que nos últimos anos tem enfrentado um declínio, o que ocasiona uma sobrecarga do clero. Ministerialidade O coordenador de Pastoral da Diocese de Borba, Ademir Jackson Lima, apontou a descentralização das atividades como um caminho para o desenvolvimento das atividades pastorais. Essa iniciativa, permite que mais pessoas acompanhem as formações e vivenciem as propostas pastorais trabalhadas ao longo do ano. Outro destaque feito pelo coordenador, é da importância da presença das lideranças de leigos e leigas que sustentam e colaboram com a concretização da missão. O representante da Diocese do Alto Solimões, o seminarista Leonan Barros, ressaltou que mesmo sem uma equipe de coordenação definida, o foco do trabalho pastoral diocesano é o fortalecimento da iniciação a vida cristã, a reestruturação das comunidades eclesiais de base trabalhando a ministerialidade. Além do aprofundamento do protocolo de proteção de crianças, adolescentes e adultos vulneráveis e da questão vocacional. Dinamismo A realidade amazônica impõe aos discípulos e discípulas missionários um intenso dinamismo. Durante o encontro, a palavra dinamismo foi muito utilizada, o que reverbera no comportamento pastoral assumido por cada igreja local. Os planos pastorais têm auxiliado nos desafios de articulação das bases, principalmente pelas distâncias geográficas. Pe. Geraldo Bendaham, coordenador de pastoral da Arquidiocese Manaus, apontou o forte dinamismo presente na arquidiocese, como característica que fortalece o caminho sinodal abraçado pela Igreja na Amazônia. Ele apresentou que a grande participação de leigos e leigas nas lideranças colabora para o alcance pastoral efetivo. Essa realidade é comum, e presente nas nove Igrejas, o que possibilita a articulação das atividades regionais com forte anúncio profético, missionário e eclesial sempre no horizonte da plenitude do Reino de Deus.