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“Encontrar, escutar e discernir”, bispos da Arquidiocese de Manaus realizam 3º Encontro com as Religiosas da periferia

“Encontrar, escutar e discernir”, bispos da Arquidiocese de Manaus realizam 3º Encontro com as Religiosas da periferia

Encontrar, escutar e discernir são as três palavras que nortearam o 3º Encontro dos Bispos da Arquidiocese de Manaus com as Religiosas da periferia que integram o território arquidiocesano, realizado na manhã de 7 de julho, na Cúria Metropolitana, no Centro da capital. O cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo Metropolitano de Manaus, e os auxiliares, Dom Zenildo Lima, Dom Joaquim Hudson Ribeiro e Dom Frei Samuel Ferreira, acompanharam integralmente o encontro.

A Igreja em Manaus reconhece a presença da vida religiosa feminina como sinal do Reino de Deus. Ao percorrerem as mais diversas realidades e experimentarem a cotidianidade de nossas comunidades, as religiosas trazem as impressões e anseios dos locais em que desenvolvem suas atividades pastorais.

Espaço de escuta

O espaço foi de escuta profunda e de manifestação das demandas que podem ser ajustadas para melhor servirmos o Povo de Deus. O cardeal Leonardo Steiner agradeceu a presença das religiosas não só na reunião, mas em todas realidades de Evangelização nas quais estão inseridas. A dimensão geográfica da Arquidiocese é um desafio, mas a periferias existenciais são maiores e e mais desafiadoras.

Por isso, o processo de escuta assumido pela Igreja possibilita alcançarmos a integralidade da pessoa humana com Boa Notícia da libertação oferecida por Jesus Cristo. E, dessa maneira, discernir juntos a atuação na vida cotidiana de nossas paróquias e áreas missionárias para retomarmos a comunhão. Entre as contribuições expostas, destacou-se a necessidade de intensificação da formação continuada, a formação do clero na perspectiva Sinodal e aprofundamento da dimensão missionária.

Também a reafirmação da presença das religiosas em locais conflitivos como característica do trabalho nas periferias, a necessidade de atenção à juventude e a articulação das atividades das pastorais sociais e de uma aproximação entre o clero e a vida religiosa feminina. Além disso, uma atenção à presença dos migrantes e dos povos indígenas, a presença de diversas denominações religiosas e inserção de todos e todas que procuram as nossas comunidades eclesiais para iniciar a vida sacramental.

Texto e fotos: Emmanuel Grieco

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