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Dom Mário Antônio da Silva é nomeado Arcebispo de Aparecida (SP)

O Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1) se alegra com a nomeação de Dom Mário Antonio da Silva como Arcebispo de Aparecida. Dom Mário Antônio estava a frente da Arquidiocese de Cuiabá. Seu governo pastoral é marcado pela dedicação, simplicidade e compromisso com as causas sociais. Em 2010, foi nomeado bispo auxiliar da arquidiocese de Manaus, no Amazonas, onde desempenhou um papel significativo no fortalecimento das comunidades eclesiais de base e na defesa dos direitos das populações do bioma. Sua atuação foi marcada pela proximidade com o povo, especialmente com os mais pobres e marginalizados. De 2015 a 2019, foi eleito presidente do regional Norte 1 da CNBB, que compreende os estados de Amazonas e Roraima. De 2013 a 2015, foi professor de Teologia Moral e Bioética no Instituto de Teologia, Pastoral e Ensino Superior da Amazônia  (ITEPES), atual Faculdade Católica do Amazonas, em  Manaus (AM). No ano de 2015, Dom Mário Antonio foi nomeado bispo diocesano de Roraima, onde enfrentou grandes desafios, como a crise migratória decorrente do fluxo de refugiados venezuelanos. Sua liderança pastoral foi essencial na organização de uma resposta humanitária da Igreja, articulando esforços para acolher e assistir milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade. Caminho Vocacional Nascido em 17 de outubro de 1966, em Itararé, no estado de São Paulo, ele cresceu em uma família católica, onde desde cedo despertou sua vocação religiosa. Iniciou sua formação no seminário maior Divino Mestre, na diocese de Jacarezinho (PR), possui mestrado em Teologia Moral, pela Pontifícia Universidade Lateranense de Roma, na Itália. Após sua ordenação sacerdotal em 1991, ele se dedicou intensamente ao trabalho pastoral, ocupando a função de formador e reitor de seminário. Na diocese de Jacarezinho, dom Mário foi diretor espiritual do Seminário Maior “Divino Mestre” – 1999 – 2006;  Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Jacarezinho (desde 03/12/2006); Chanceler da Cúria Diocesana (2006);  Orientador Geral da Comunidade Feminina de Assistência à Dependentes de Drogas – COFADD – 2003 – 2006;  Professor de Ética Filosófica no Seminário Maior “Rainha da Paz” – 2003 – 2006; Coordenador da Pastoral Vocacional – 1999 – 2001;  Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora (2004);   Professor de Teologia Moral no Seminário Maior “Divino Mestre” – 1999; Diretor Espiritual da Comunidade de Assistência aos Dependentes de Drogas – CADD – 1999;  Reitor do Seminário Menor “Nossa Senhora da Assunção” – 1994 – 1996; Coordenador da Pastoral Vocacional – 1994 – 1996; e Diretor Espiritual do Seminário Menor “Nossa Senhora da Assunção” – 1992 – 1993. Testemunhar e servir Nomeado pelo Papa Francisco em fevereiro de 2022, o arcebispo metropolitano de Cuiabá, dom Mário Antonio, assumiu a arquidiocese, com traços que marcaram sua trajetória: um espírito missionário e uma visão pastoral voltada para a sinodalidade e para a construção de uma Igreja em saída. Seu lema episcopal, “Testemunhar e Servir” reflete sua entrega confiante à vontade de Deus. Dom Mário foi eleito segundo vice presidente da CNBB no quadriênio 2019 – 2023. É membro do Conselho do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida e Presidente da Cáritas Brasileira, que atua diretamente nas ações de solidariedade as comunidades e pessoas afetadas por situações socioambientais ou em situação de vulnerabilidade. O arcebispo de Cuiabá têm se destacado por sua habilidade em dialogar com diversos setores da sociedade, promovendo a paz, a justiça e o bem comum. Sob sua liderança, a arquidiocese de Cuiabá tem reforçado seu compromisso com a Evangelização, a formação de lideranças leigas e a ação social, sempre inspirada pelo Evangelho e pela Doutrina Social da Igreja.

Construir pontes no diálogo: Regional Norte 1 inicia Encontro Regional de Coordenadores de Pastoral

Entre os dias 24 e 25 de fevereiro de 2026, com o tema “unidos construímos pontes, no diálogo”, acontece o encontro anual dos coordenadores e coordenadoras de Pastoral do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, no Seminário Arquidiocesano São José, em Manaus. Um momento de encontro e partilha da caminhada de cada uma das Igrejas Locais. Durante dois dias os participantes realizarão estudo, socialização e encaminhamento das questões práticas das atividades em comum. Na manhã do primeiro dia, Pe. Valdivino Araújo, da Diocese de Coari, conduziu a oração inicial. Em seguida, o cardeal Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1, expressou que esse encontro é “desejo do regional de fazer uma caminhada” em conjunto, por isso é incentivado pelos bispos como um modo de fortalecer um caminho comum dentro de cada realidade. Essa perspectiva, contribui para a concretização do Sínodo sobre a Sinodalidade e na iluminação das novas diretrizes da ação evangelizadora da CNBB Nacional. Avanços e dificuldades Em seguida, os coordenadores dispuseram de um tempo para apresentar os avanços e dificuldades nos processos pastorais que estão em construção. A criação, organização ou ampliação de conselhos e organismos pastorais tem favorecido as dinâmicas de Evangelização, principalmente pela adesão de leigos e leigas com o apoio dos bispos. Embora haja pequena resistência em alguns pontos, o caminho do diálogo sinodal tem prevalecida e oportunizado novos horizontes. Na Diocese de Roraima, o apelo a unidade por meio da organização dos conselhos diocesanos corresponde ao caminho proposto pelo regional. A formação de novos missionários e missionárias também tem um papel fundamental pela alta rotatividade que acontece na diocese. Além de formações para fortalecimento da pastoral presbiteral, das missões nas áreas indígenas e nas áreas missionárias, alinhadas com as prioridades da diocese: iniciação a vida cristã, o decreto de proteção, e os conselhos pastorais e econômicos em todas as paróquias e a finalização do diretório sacramental. O caminho coletivo na Diocese de Coari, composta por 7 cidades, é marcado pela Assembleia Diocesana Anual. Uma das dificuldades apontadas pelo coordenador de Pastoral, Pe. Valdivino Araújo, é de realizar atividades do programa de formação a nível diocesano, que agora se dividirá nos polos de Coari e Manacapuru. Ele também destacou a força vocacional ao longo da história da diocese, mas que nos últimos anos tem enfrentado um declínio, o que ocasiona uma sobrecarga do clero. Ministerialidade O coordenador de Pastoral da Diocese de Borba, Ademir Jackson Lima, apontou a descentralização das atividades como um caminho para o desenvolvimento das atividades pastorais. Essa iniciativa, permite que mais pessoas acompanhem as formações e vivenciem as propostas pastorais trabalhadas ao longo do ano. Outro destaque feito pelo coordenador, é da importância da presença das lideranças de leigos e leigas que sustentam e colaboram com a concretização da missão. O representante da Diocese do Alto Solimões, o seminarista Leonan Barros, ressaltou que mesmo sem uma equipe de coordenação definida, o foco do trabalho pastoral diocesano é o fortalecimento da iniciação a vida cristã, a reestruturação das comunidades eclesiais de base trabalhando a ministerialidade. Além do aprofundamento do protocolo de proteção de crianças, adolescentes e adultos vulneráveis e da questão vocacional. Dinamismo A realidade amazônica impõe aos discípulos e discípulas missionários um intenso dinamismo. Durante o encontro, a palavra dinamismo foi muito utilizada, o que reverbera no comportamento pastoral assumido por cada igreja local. Os planos pastorais têm auxiliado nos desafios de articulação das bases, principalmente pelas distâncias geográficas. Pe. Geraldo Bendaham, coordenador de pastoral da Arquidiocese Manaus, apontou o forte dinamismo presente na arquidiocese, como característica que fortalece o caminho sinodal abraçado pela Igreja na Amazônia. Ele apresentou que a grande participação de leigos e leigas nas lideranças colabora para o alcance pastoral efetivo. Essa realidade é comum, e presente nas nove Igrejas, o que possibilita a articulação das atividades regionais com forte anúncio profético, missionário e eclesial sempre no horizonte da plenitude do Reino de Deus.

Steiner para 1º Domingo da Quaresma: Purificar a experiência da fé

“A tentação pode ser a purificação da experiência da fé acontecendo em nossa limitação. Ao mesmo tempo, é a experiência de, na limitação, nos abrirmos para a graça da vida nova oferecida por Jesus e que o Evangelho sempre nos aponta: a liberdade, o amor do Pai”. Foram as palavras do cardeal Leonardo Steiner para o 1º Domingo da Quaresma. A celebração aconteceu na Catedral Metropolitana de Manaus, às 7h30 da manhã. O arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispo do Brasil (CNBB Norte 1), explicou em sua homilia que o Evangelho desse domingo nos ensina que Jesus é conduzindo pelo Espírito ao deserto e “jejua quarenta dias”. O desejo do Espírito, é “prepará-lo para iniciar a missão de anunciador do Reino dos céus”. No deserto, Jesus é tentado pelo diabo, e depois dos “quarenta dias e quarenta noites” de jejum “teve fome”. A experiência da fé na condição humana Em sua reflexão, o cardeal Steiner apontou que “a tentação é a experiência da fé em nossa condição humana, na nossa situação finita, da finitude”. Para ele, essa “experiência da realidade humana”, “confrontada com a decisão da busca da vida eterna”, é “onde podemos nos deixar iluminar pela verdade do Evangelho, pela vida morte e ressurreição de Jesus”. O arcebispo enfatizou que o texto proclamado “nos fala da tentação como experiência da transparência de Jesus na relação com o Pai”. Na narrativa do Evangelho, Jesus é confrontado com três tentações. “Com a fome, com o poder e com o abandono de Deus. A tentação da fome de transformar a pedra em pão; a tentação do domínio de assumir o poder dos reinos; a tentação de não ser abandonado por Deus, sendo servido e acolhido pelos próprios anjos”. Transparência de Deus Segundo o cardeal Steiner, os 40 dias de jejum de Jesus no deserto nos ensinam que “somos sempre de novo confrontados com o que deveríamos ser: transparência de Deus”. Ele recordou que nas tentações Jesus “é asto, continente, transparência de Deus”. E que em cada uma das tentações, “Jesus vai aclarando o sentido de todas as coisas e de si mesmo com a Palavra de Deus”. “A cada tentação Jesus deixa mais evidente a sua pertença ao Pai; em cada tentação Jesus se torna mais límpido e transparente na sua relação com o Pai. Assim, Jesus sai das tentações do deserto mais forte, mais lúcido, pronto para iniciar o Reino de Deus, a Vida Nova. O Filho do Pai não é tentado pelo Pai, não tenta o Pai, mas é tentado por aquele que divide: diabo. É tentado e na tentação se reencontra como Filho no Pai”, explicou. Confronto e decisão: caminho do seguimento de Jesus Quotidianamente somos colocados diante “de tentação ou expressões de tentação”. O arcebispo explicou que essas experiências da tentação levam ao confronto e à decisão. Em suas palavras, exemplificou “O doce enfeitado que enche os olhos desperta o desejo de experimentar. A poça de água atrai a criança e suscita o impulso de tocar e ser tocada pela água. A beleza e a simpatia do homem e da mulher podem suscitar desejos”. O cardeal destacou que a “tentação pode levar ao pecado, mas não é pecado”, e que Jesus é “a medida grandiosa” da capacidade de ultrapassá-la a partir de Deus. Ele citou Santo Agostinho, que diz “que a tentação pode nos fortificar no caminho do seguimento de Jesus”. Isto é, sublinhou o arcebispo, “essa é a experiência da tentação apresentada no Evangelho de hoje: à luz da Palavra de Deus, sermos fiéis no seguimento de Jesus”. “Na aridez, no confronto com a nossa temporalidade, no deserto, nos 40 dias de nossa vida, não estamos sempre na tentação do fechamento e do enclausuramento em nossa realidade e na tentação contínua de querermos ultrapassar, transcender a nós mesmos as nossas dificuldades e tensões? Não estamos na tentação de fugir do deserto, isto é, do confronto com nossa realidade nua e crua, dura, ofegante, pesada e tentarmos, num passe de mágica, querer ultrapassar, ir para além, a partir de nós e não enfrentarmos na raiz as limitações?”, questionou o arcebispo. Optar pela vida amorosa com o Pai Neste início da Quaresma, o presidente explicou que a palavra de Deus indica o caminho da tentação “como a experiência da nitidez de sermos filhas e filhos do Pai Celeste”. Essa tentação, vivenciada “com nossa realidade desértica, e no jejum, na oração, na esmola”, não seria a possibilidade de “abrir toda a nossa pessoa à verdade do Pai?”, questionou. Ou ainda a experiência “de aprofundar nossa relação com o Pai e sermos conduzidos pelo Espírito?”. “E como Jesus no deserto, tentado por 40 dias, se aproxima limpidamente do Pai, não seria a tentação no deserto de nosso peregrinar, nos 40 dias de nosso tempo, a nossa possibilidade de entramos com maior nitidez, guiados pelo Espírito, no mistério da dor, da cruz, da morte de Jesus e nossa?” Para o cardeal, o tempo da Quaresma possibilita a percepção, na experiência concreta do Evangelho, da “beleza e a razão da nossa vida cristã”. E que na tentação, guiados pelo Espírito à luz da Palavra de Deus, abrir e limpar os olhos para “vermos melhor as coisas do alto”. Assim, “a tentação nos aponta para a grandeza da nossa fé cristã que não foge e despreza a tentação, mas em cada tentação elucida e opta pela grandeza sem igual da vida amorosa com o Pai”.  “Então para os seguidores e seguidoras de Jesus a tentação é a possibilidade, sempre renovada, de confronto, deixarmo-nos guiar pelo Espírito. Tentação é fazer a experiência de quem apreendeu a amar como Jesus ama e é amado pelo Pai. Por isso, rezamos em cada Pai nosso: não nos deixeis cair da tentação”, destacou o cardeal. Sondar o mistério de Deus O arcebispo recordou as cinzas recebidas na Quarta-Feira de Cinzas marcam o início do caminho quaresmal. Ao recebê-las, assumimos o compromisso de “sondar com mais disposição e alegria a nossa…
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Regional Norte 1 inicia mobilizações para 5º Congresso Vocacional do Brasil

O Regional Norte 1 iniciou o processo de mobilização para a realização do Pré-Congresso Vocacional, que acontecerá em Manaus, no Centro de Formação Maromba, de 10 a 12 de julho de 2026. O encontro está em sintonia com o 5º Congresso Vocacional do Brasil, com o tema “Comunidades Vocacionais: Encontro, Testemunho e Missão”, e o lema: “Perseverantes e bem unidos, partiam o pão pelas casas (At 2,46)”. Aprovado pelos Bispos do Brasil, reunidos em Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o congresso ocorrerá de 4 a 6 de setembro de 2026, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (SP). Um importante momento eclesial nos convida a refletir, fortalecer e animar a cultura vocacional em nossas comunidades, à luz do encontro, do testemunho e da missão que brotam do seguimento de Jesus Cristo. Participação das dioceses e prelazias A Coordenação do Serviço de Animação Vocacional (SAV) do Regional Norte 1 informou que serão disponibilizadas 10 vagas para cada diocese/prelazia. A coordenação conta com a participação dos animadores vocacionais de todas as dioceses prelazias do nosso regional, a fim de garantir a comunhão, a partilha e a articulação pastoral em todo o Regional. Além disso, o SAV espera o empenho, apoio e a colaboração, principalmente dos párocos, diáconos, coordenadores de pastorais, religiosos (as), para que leigos e leigas possam participar; certos de que este momento contribuirá significativamente para o amadurecimento e a renovação do Serviço de Animação Vocacional em nossa Igreja particular. Que Maria, Mãe de Jesus e nossa, interceda por nós!

Steiner: Quaresma é tempo de perceber a beleza da Salvação

“Somos convidados nesta quaresma a nos voltarmos para Deus, a nos voltarmos a Jesus e percebermos a graça, a beleza de termos sido salvos, redimidos na sua Cruz e Ressurreição”. Foram as palavras do cardeal Leonardo Steiner na Missa da Quarta-feira de Cinzas (18), realizada na Catedral Metropolitana de Manaus. A celebração marca o início do período quaresmal, tempo em que a Igreja nos convida para prepararmos a Páscoa do Senhor. O arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1), enfatizou a característica do tempo quaresmal como tempo favorável de mudança. Nesse tempo de mudança, “somos desalojados de nós mesmos”, impelidos a sair de nós mesmo e ir ao encontro com nossos familiares. A celebração foi concelebrada por Dom Zenildo Lima, bispo auxiliar de Manaus, Pe. Flávio Gomes, pároco da catedral, e Pe. Marcos Aurélio, vigário da catedral. Tempo favorável para voltarmos A liturgia da Quarta-feira de Cinzas pede que o caminho para a presença de Deus seja retomado. Segundo o arcebispo, o “voltai-vos”, presente na primeira leitura, é a expressão de “um convite belíssimo, um convite adorativo” para perceber essa presença. Nesse sentido, o texto da segunda leitura aponta o “tempo propício da quaresma” como “tempo de nos apercebermos cada vez mais amados na cruz”. Essa percepção do amor de Deus por nós, impulsiona-nos a “sempre distribuirmos, darmos, doarmos o que recebemos de mais precioso, o dom de podermos amar”. “De sermos cada vez mais em Jesus, filhos e filhas de Deus, de nos apercebermos cada vez mais irmãos e irmãs. É o tempo favorável de fazermos um caminho de aprofundamento da fé, de percebermos que como seguidoras e seguidores de Jesus, são sempre atraídos pelo seu amor. Mas um amor que se distribui, um amor que vai ao encontro dos irmãos, das irmãs. O encontro que vai especialmente ao encontro dos mais necessitados”, explicou o cardeal. Redimidos e salvos O arcebispo destacou que durante todo o percurso de 40 dias da Quaresma as leituras da Palavra mostraram que “fomos redimidos e salvos”. Essa compreensão se revela pelo modo de ser e agir de Jesus: “sua palavra, a sua vida, os seus milagres, os seus gestos, os seus olhares, os seus toques”. Esse horizonte do “dia da Salvação”, redime, salva, restaura, recoloca a pessoa na vida. “Mas no alto da Cruz, queridos irmãos e irmãs, é que realmente mostrou quanto nos ama e quanto nos quer salvos e redimidos. Viemos do ano da esperança. Viemos do ano da redenção, que esse tempo favorável, esse dia da salvação, nos traga realmente essa percepção de termos sido redimidos e salvos. E redimidos e salvos significa de nos sentirmos profundamente amados, amadas por Deus”. Receptividade, gratuidade e familiaridade O texto do Evangelho recorda os três exercícios quaresmais pelos quais a Igreja caminha.  O arcebispo explica que jejuar, dar esmola e rezar não são uma troca, mas um acolhimento de “uma graça que Deus despertou em nós”. Compreender essas três dimensões, nos coloca “abertos ao mistério da Salvação”, e “o teu Pai que vê o que está em segredo, te recompensará”. Ao jejuar, dar esmola e rezar estabelecemos uma relação com Deus e com os irmãos e irmãs que necessitam. Esse horizonte nos torna receptivos à graça de Deus, revela a gratuidade de nossas ações e aprofunda a nossa familiaridade com Deus.  Por isso a Igreja insiste que sejam aprofundados e vividos durante o percurso quaresmal. “Que esse tempo favorável, que esse dia da salvação, o tempo da quaresma, nos leve cada vez mais ao encontro de Deus e apreciemos cada vez mais a beleza, o dom da fé que nós recebemos, porque Deus nos quer todos juntos de si, por isso nos salvou, nos redimiu”, finalizou o cardeal.

Prelazia de Itacoatiara abre a Campanha da Fraternidade 2026 com apelo à conversão

A Prelazia de Itacoatiara abriu, na quarta-feira (18), a Campanha da Fraternidade 2026 com a tradicional Missa de Cinzas, às 19h, na Igreja Catedral Nossa Senhora do Rosário. A celebração foi presidida por Dom Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos e concelebrada pelo pároco da Catedral, Padre Acácio Rocha, marcando oficialmente o início do tempo da Quaresma na Igreja Particular de Itacoatiara. Neste ano, a campanha traz como tema “Fraternidade e Moradia” e como lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), convidando os fiéis a refletirem sobre o direito à habitação digna, a justiça social e o cuidado com a vida, reforçando o compromisso da Igreja com a justiça e a dignidade humana. Viver a Quaresma com os olhos firmes na Páscoa Em sua homilia, Dom Tadeu conduziu a assembleia a uma profunda reflexão sobre o sentido espiritual da Quaresma. O bispo recordou que a Quaresma é um tempo grave e sagrado, que prepara os cristãos para a maior de todas as festas: a Páscoa do Senhor. “Este período de quarentena são dias de penitência, dias de combate espiritual. Não têm um fim em si mesmo. Ele corre para a Páscoa, como um rio corre para o mar. Vivemos o tempo quaresmal com os olhos, o coração e o desejo firmes na Páscoa”, disse o bispo. Inspirado na caminhada do povo de Israel no deserto; nos 40 dias de Moisés no Sinai; na peregrinação de Elias e no próprio Cristo em seu combate no deserto, Dom Tadeu destacou que a Quaresma é um tempo de confiança, perseverança e fidelidade a Deus. Esmola, oração e jejum Refletindo sobre o Evangelho proclamado, o bispo destacou que São Mateus apresenta Jesus como mestre da justiça e que a prática quaresmal se organiza em três dimensões fundamentais, marcadas pelos três “quando” do texto bíblico. O primeiro “quando” diz respeito à relação com o outro: a esmola, a caridade fraterna, o cuidado concreto com quem mais precisa. O segundo “quando” refere-se à relação com Deus Pai, por meio da oração sincera, humilde e perseverante. E o terceiro “quando” trata da relação consigo mesmo: o jejum e a penitência, como caminho de disciplina interior e conversão. Dom Tadeu enfatizou que, quando essas três relações — com Deus, com o próximo e consigo mesmo — entram em harmonia, o cristão vive a verdadeira paz e cumpre a justiça em sua plenitude. O bispo apontou que “não se trata de rezar mais como se fosse um investimento. Trata-se de um profundo diálogo com Deus, que se faz mediante a Palavra e um coração aberto.” Campanha da Fraternidade: dimensão social da Quaresma O bispo recordou que a Campanha da Fraternidade é proposta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil como um caminho para viver a dimensão comunitária e social da Quaresma. A finalidade principal é ajudar os fiéis a assumirem que a conversão não é apenas individual, mas também social. Citando a Primeira Carta de São João (4,20), reforçou que não se pode amar a Deus sem amar o irmão. Cinzas: convite à conversão Ao final, Dom Tadeu explicou que as cinzas não são “um símbolo de tristeza”. Em suas palavras, elas são “convite à conversão, à humildade, a lembrar que esta vida é passageira, mas a eternidade não”. Por isso, quando o sinal da cruz é traçado na fronte, trata-se de um chamado silencioso de voltar para Deus, enfatizando a compreensão de que a Quaresma “começa no teu coração.” Fotos: Brenno Pereira, PASCOM do Rosário. Texto adaptado: https://prelaziadeitacoatiara.org.br/noticias/352/prelazia-de-itacoatiara-abre-a-campanha-da-fratern

Diocese de Borba celebra Quarta-feira de Cinzas e abre oficialmente a Campanha da Fraternidade 2026

A Diocese de Borba deu início ao tempo quaresmal com a celebração da Missa da Quarta-feira de Cinzas e a abertura oficial da Campanha da Fraternidade 2026, realizada na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, na Forania São Marcos. Neste ano, a Campanha da Fraternidade traz como tema “Fraternidade e Moradia” e como lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), convidando toda a Igreja a refletir sobre a dignidade humana expressa no direito à moradia e no cuidado com os mais vulneráveis.De acordo com a CNBB (2026), o objetivo geral da Campanha da Fraternidade 2026 é despertar a consciência cristã e social para a promoção da dignidade da moradia, à luz da Palavra de Deus, incentivando atitudes concretas de solidariedade, justiça e compromisso com as comunidades mais vulneráveis. Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva, bispo da Diocese, presidiu a celebração conduzindo os fiéis a uma profunda reflexão sobre o significado da Quaresma e o compromisso cristão com a fraternidade. Ao destacar a inspiração da Campanha da Fraternidade, o bispo recordou o mistério central da fé cristã:“A Campanha da Fraternidade tem inspiração no Verbo da Encarnação – ‘E o Verbo se fez carne e habitou entre nós’.”Ele enfatizou que a Igreja aponta caminhos de fraternidade porque ainda há falta de dignidade em muitas realidades, mobilizando os cristãos a não deixarem de ser fraternos, especialmente diante das situações de vulnerabilidade social. Durante a homilia, Dom Zenildo reforçou o chamado quaresmal à reconciliação: “nesta Quaresma, vamos deixar-nos reconciliar com Deus. Em sua misericórdia, é Ele quem nos reconcilia”. Destacou ainda que a reconciliação é mais profunda que a conversão, pois nasce do encontro com o amor misericordioso de Deus, lembrando que, pela cruz, reconhecemos um Deus apaixonado por nós. Inspirado pelo Salmo proclamado — “Criai em mim um coração que seja puro” —, convidou os fiéis a viverem intensamente a oração, o jejum e a caridade, bem como a escuta da Palavra de Deus e do clamor do irmão, recordando que todo autêntico caminho de conversão nasce da escuta. Na abertura oficial da Campanha da Fraternidade 2026, o coordenador de pastoral diocesano, Ademir Jackson, ressaltou que moradia digna é um direito assegurado e que viver a Campanha é sentir o olhar de Deus sobre as comunidades mais vulneráveis. A celebração marcou o início de um tempo de conversão, solidariedade e compromisso social para toda a Diocese, reafirmando que a vivência da fé passa pelo cuidado concreto com os irmãos e irmãs, especialmente aqueles que mais necessitados. Francelina Souza – Coordenação da Pascom – Diocese de Borba – AM

Diocese de Roraima lança Campanha da Fraternidade 2026

A Diocese de Roraima realizou, nesta quarta-feira, 18, o lançamento oficial da Campanha da Fraternidade 2026, na sede da Rádio Monte Roraima. A coletiva de imprensa reuniu representantes da Igreja para apresentar os objetivos da campanha, que mobiliza a Igreja no Brasil. A Campanha da Fraternidade deste ano, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, traz como tema “Fraternidade e Moradia” e o lema bíblico “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), convidando todos a refletirem sobre o direito à moradia digna como condição essencial para a dignidade humana e expressão concreta da fé cristã. Durante o evento, o bispo da Diocese de Roraima, Dom Evaristo Spengler, destacou a importância do chamado à fraternidade e à solidariedade neste tempo quaresmal. “Nós somos chamados a nos tornar cada vez mais irmãos uns dos outros. Por isso, a Igreja pede a esmola. A esmola é um termo técnico na Igreja que fala sobre a solidariedade, sobre a compaixão com os outros. É uma ajuda para que nós vivamos a fraternidade de uma forma mais intensa em toda a criação”, afirmou Dom Evaristo. O bispo também chamou atenção para a realidade social que fundamenta o tema da campanha. Ele ressaltou que mais de 60 mil pessoas vivem em situação de rua no Brasil e que a rua não é lugar de moradia. Além disso, destacou que mais de 6 milhões de famílias vivem em condições incompatíveis com a dignidade humana. De acordo com Dom Evaristo, é essa realidade que a Campanha da Fraternidade propõe refletir neste tempo da Quaresma, lembrando que nem todos têm um lugar para morar. A professora da Universidade Federal de Roraima, Márcia Maria, também participou da coletiva e apresentou alternativas que já fazem parte da realidade local, como os chamados “puxadinhos”. ”Historicamente, o “puxadinho” é algo vivido no núcleo familiar, quando, em um mesmo terreno, são construídas diferentes casas. Atualmente, segundo a professora, muitos migrantes têm adotado essa prática como forma de garantir moradia e fortalecer os laços comunitários”, contou a professora. Já Rosé Ferreira, da Pastoral Social da Diocese, destacou que a reflexão proposta pela campanha será aprofundada junto às comunidades. Segundo ela, por meio das formações das pastorais, a conversa será estendida a toda a comunidade, com o objetivo de amadurecer o debate e chegar a ações concretas após a realização dos encontros pastorais. O vigário episcopal, Padre Celso Puttkammer, reforçou a dimensão cristológica do tema. “O tema da campanha nos faz refletir que Jesus se encarnou entre nós e não teve um lugar para morar. A partir desse ponto, nós vamos olhar para a nossa realidade, que aqui em Roraima é muito desafiadora. Muitas pessoas vivem em situação indigna. Não basta ter uma moradia, mas é preciso também que ela seja digna”, pontuou o vigário. A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa promovida anualmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que propõe, ao longo da Quaresma, uma caminhada de oração, reflexão e compromisso com temas sociais importantes à luz do Evangelho. A Diocese de Roraima informou que, além da mobilização pastoral, serão realizadas atividades, encontros e ações comunitárias nas paróquias para aprofundar o tema da moradia digna e promover atitudes concretas em favor dos irmãos mais vulneráveis. A Campanha da Fraternidade 2026 convida os fiéis a transformar fé em compromisso concreto, construindo uma sociedade mais justa, solidária e fraterna, onde o direito à moradia seja reconhecido como expressão da dignidade humana. Por Luana de Oliveira; Fotos: Lucas Rossetti

Arquidiocese de Manaus abre Campanha da Fraternidade 2026

A Arquidiocese de Manaus abriu oficialmente, nesta quarta-feira, 18 de fevereiro, a Campanha da Fraternidade 2026. A celebração aconteceu às 9h, na Alameda Pico das Águas, bairro São Geraldo, com a presença de lideranças das comunidades, diáconos, presbíteros e da vida religiosa. O local simbólico escolhido, representa o convite à Igreja e a sociedade de refletir a moradia como direito fundamental e como horizonte da dignidade humana. O arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1, cardeal Leonardo Steiner, agradeceu pela escolha do local, onde famílias aguardam pela construção de um conjunto habitacional. O tempo chuvoso, que acompanhou a celebração, tornou o momento ainda mais significativo. Um reflexo da necessidade de uma moradia digna para todos e todas. Os bispos auxiliares de Manaus, Dom Zenildo Lima, Dom Joaquim Hudson e Dom Samuel Ferreira, também estavam presentes. Tempo de mudanças O arcebispo recordou que a campanha acontece no período da Quaresma, um tempo de “mudanças estruturais, sociais, ecológicas, para termos, assim, realmente uma fraternidade entre nós”.  Essa realidade da moradia não é uma preocupação nova. E por isso, a Igreja no Brasil propõe que, ao rezar e refletir sobre o tema, se possa contribuir as “as nossas famílias tenham uma moradia digna, e um espaço digno junto das suas casas, das suas moradias, uma dignidade cultural, uma dignidade social, uma dignidade educacional e também uma dignidade de lazer”. “Não seja só uma casa, como se tem feito até agora, mas se busque também ter o espaço do lazer não apenas numa casa, mas numa espécie de aglomerado. A preocupação em relação à moradia é longa no Brasil. Se a igreja no Brasil este ano toma como realidade ser refletida e rezada, é porque sabe e conhece e vê a necessidade de abordarmos, refletirmos essa realidade, para assim termos políticas públicas que nos ajudem a dar dignidade às nossas moradias”, explicou o cardeal. Fome de Justiça Durante a celebração, o bispo auxiliar da Arquidiocese de Manaus, Dom Zenildo Lima, conduziu a reflexão sobre a Campanha da Fraternidade, enfatizando a temporalidade litúrgica da Quaresma em que ela acontece: “o tempo do jejum”. Segundo o bispo, essa dimensão do jejum é aprofundada pelo profeta Isaías, que revela não se tratar de um jejum qualquer, mas de “uma iniciativa humana e divina que dá qualidade à nossa existência”. Para ele, essa realidade quaresmal evoca um desejo fruto do jejum. Esse desejo é explicado pelo próprio Papa Leão em sua carta por ocasião da Quaresma, na qual explica que o jejum “vai nos conduzindo a uma experiência de fome de justiça”. “Então o jejum bem vivido, bem experimentado, bem realizado, nos torna homens e mulheres mais desejosos de justiça. Quem pratica o jejum e não se torna desejoso da justiça, não realiza, não vive um jejum verdadeiro e autêntico. Hoje é dia de jejum. Ao longo desta quaresma, nós iremos jejuar às sextas-feiras. Jejuaremos na Sexta-Feira Santa. Esta caminhada quaresmal faz de nós, homens e mulheres, mais desejosos e mais comprometidos com a justiça”. O lugar da morada de Deus Dom Zenildo sublinhou que a justiça desejada por todos “tem como horizonte o reino de Deus” e a “plenitude de vida de homens e mulheres”. É nesse cenário que a campanha da fraternidade desse ano se apresenta como oportunidade de um caminho de justiça em que “as pessoas vivam bem em espaços de realização”. Ele explicou que o Antigo Testamento traduz a peregrinação do povo de Deus “atrás de um espaço de realização”, diferente do Novo Testamento que traz a escolha de Deus de morar entre nós, como aponta o lema da CF. “O povo vislumbra que talvez o espaço de realização por excelência é onde Deus habita, é a morada de Deus. O salmista canta a sua contemplação da beleza da morada de Deus, o seu encanto pela morada de Deus. Mas o Novo Testamento nos surpreende que a morada de Deus, a escolha de Deus para a sua morada, o lugar de beleza e de encanto da morada de Deus, é onde estão homens e mulheres. Ele veio morar entre nós, repete o lema dessa campanha da fraternidade”. Onde moras? Em 1993, a Igreja abordou a temática de moradia e fraternidade com o lema “onde moras?”, esse recorte histórico ressalta a opção de Deus por estabelecer sua morada “onde estão homens e mulheres, seus filhos e filhas, as suas criaturas, esta realidade que ele criou”. Essa pergunta propõe uma resposta complexa que ultrapassa uma simples localização geográfica.  “É a pergunta de como nós vivemos. É a pergunta de como nós nos realizamos. É a pergunta se o espaço onde nós nos encontramos, vivemos e convivemos se torna um espaço realizador para nós. É claro que nesta campanha da fraternidade, ao rezar esta realidade, nós também queremos discutir, refletir, conversar sobre políticas públicas, sobre políticas habitacionais”, explicou o bispo. O fracasso da política habitacional O evento de abertura aconteceu em uma localidade que espera a muitos anos a construção de moradias populares. A região está à margem do Igarapé e faz parte do programa de requalificação urbana e ambiental PROSAMIM. A demora para o início das obras é apontada por Dom Zenildo como um retrato “desastrosa e desencontrada política habitacional” da cidade de Manaus. “Uma cidade que foi crescendo, crescendo sem a capacidade de se harmonizar com uma beleza natural que lhe era característica uma cidade que aterrou os seus igarapés uma cidade que derrubou suas áreas verdes uma cidade que vai avançando com aglomerados. O cenário que esse lugar nos faz, nos permite perceber, nos coloca entre igarapés que foram perdendo sua vida, nos coloca entre justa posição de moradias, nos coloca no horizonte a verticalização da cidade, que permite qualidades de moradia diferentes”, destacou o bispo. Experiências de encontro O desenvolvimento da campanha no tempo quaresmal é um convite a ver a realidade das pessoas e o exercício da esmola nos colocará “frente a frente com quem não tem moradia”. No caminho, é necessário se aproximar dos irmãos e irmãs ao…
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Seminaristas do Regional Norte 1 iniciam retiro anual

De 15 a 18 de fevereiro, acontece o Retiro Anual de Seminaristas do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Cada etapa da formação terá um pregador(a) e um tema iluminador para meditação do caminho vocacional daqueles que disseram “sim” ao chamado de Deus. A divisão por etapas formativas favorece o amadurecimento espiritual dos seminaristas. Discipulado e Configuração O 1º ano do Discipulado terá como pregador o Pe. Marciney Marques, da Diocese de Parintins e vice-reitor do Seminário Arquidiocesano São José. O formador, trabalhará o
tema: “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi” (Jo 15,16). As etapas do 2º e 3º ano do Discipulado,
terão o acompanhamento de Pe. Elcívan da Costa, da Diocese de Coari. O tema iluminador será o mesmo da 1ª etapa: “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi” (Jo 15,16). Já os seminaritas da etapa da Configuração, terão como pregadora a Ir. Sônia, da Congregação das Irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo. Suas reflexões partirão da passagem bíblica “É necessário que Ele cresça e eu diminua” (Jo 3,30). Arte: Bom Pastor de Eduardo Silva.