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Autor: Emmanuel Grieco

Cardeal Steiner encerra o Ano Jubilar da Esperança: “Sinal de Salvação”

 O cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, presidiu a Celebração de Encerramento do Ano Jubilar da Esperança. A missa, realizada na Catedral Metropolitana de Manaus, às 10h, simultaneamente nas paróquias e áreas missionárias que compõem a arquidiocese, marca o fim das peregrinações jubilares. A conclusão neste domingo, 28 de dezembro de 2025, segue a Bula de Proclamação do Jubileu Spes non confudit do Papa Francisco. O encerramento do ano santo coincidiu com a festa da Sagrada Família de Nazaré, reunido grande número de fiéis. Em sua homilia, o cardeal Leonardo Steiner destacou que o Menino frágil apresentado no presépio de Belém encontrou abrigo em uma família. O cardeal enfatizou que no dia da família que se “tornou sinal de salvação, de redenção” foi concluído o ano santo da redenção, e este é um sinal de que Deus vela e cuida da família. “No dia em que celebramos a Sagrada Família de Jesus, Maria e José, percebemos uma família pobre, humilde, E por causa da violência e da crueldade dos poderosos, deve deixar a casa, que não era casa, e buscar a casa num país estranho. Aliás, como tantas famílias pobres de ontem e de hoje que buscam um lugar fora da própria terra. O Evangelho é nos dizer que a família não estava sozinha na luta. Deus acompanhava. protegia, animava, guiava, salvava.”, explicou o arcebispo. Família de Nazaré: modelo para nossas famílias  O cardeal explicou que a família de Nazaré carrega elementos de união, solidariedade, fraternidade acolhimento que os ajudam a enfrentar juntos “os perigos, as incomodidades, as incertezas, as crises, até mesmo o exílio”. Esse cuidado mútuo, especialmente “do mais frágil, do mais pequenino, Deus em nossa humanidade e fragilidade” demostra a vivência do amor verdadeiro que supera os egoísmos.  Por isso a família de Nazaré, como lugar de salvação, convida ao acolhimento e perdão entre as famílias, mas também a família arquidiocesana.  “O cuidado mútuo, a entrega, torna-se fundamento de uma relação madura, sólida, suave, carinhosa e esperançosa. Uma vida madura, sólida e cheia de sabedoria, porque iluminada por Deus sabemos por onde andar como família. E por ser salvífico, é lugar de reconciliação que nasce da esperança e da certeza de um amor, que somos amados e recebemos a graça de podermos amar”, destacou o cardeal. A Sagrada Família revelou a boa notícia de que o Deus Salvador está no meio de nós. E ao concluir-se o ano santo da redenção nesta festa, é confirmado o amor salvífico de Deus pela humanidade. Assim, na simplicidade das relações, “Deus habita entre nós e habita na nossa família”, tornando-a um espaço de encontro que impulsiona e revigora gestos e palavras do cotidiano de cada pessoa em sua família. Reconduzidos pelo amor Ao comentar as leituras do dia, Steiner recordou que as palavras da Carta aos Colossenses apontam que “somos amados por Deus, somos seus eleitos, pois fomos salvos”. E por isso, há a necessidade de “revestir-nos de misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência, sendo suporte uns para com os outros”. Nessa dinâmica de “amarmos uns aos outros” se revela o desafio da vida em família, mas é onde se torna possível desenvolver a nossa humanidade. “Então, como não admirar os conselhos de Paulo para com a sacralidade da nossa família, vemos como amor é possível, a convivência, o cuidado, o perdão, a familiaridade, a gratidão. O amor. Pois é no amor que somos todos reconduzidos para uma fonte integradora e harmoniosa e transformadora das nossas relações. No amor a superação é possível, pois reconduz sempre ao amor do amor”, disse Steiner. Quanto a leitura de Eclesiástico, o arcebispo frisou a necessidade de oferecer o devido valor aos pais, posto que somos “descendência dessa paternidade e maternidade”. De maneira que sejam cuidados não apenas na materialidade, mas sobretudo na oferta de amor, mesmo quando já perdem lucidez. Ele sublinhou que o amor “ao pai e à mãe não é esquecida por Deus”, pois eles “são instrumentos de Deus, são fonte de vida”. Rememorar a Salvação Ao final de sua reflexão, o cardeal Leonardo Steiner ressaltou que a Salvação, oferecida pela morte e ressurreição de Jesus, nos tornou uma “grande família, a igreja, o Reino de Deus”. Dessa forma, dentro do ano jubilar vivenciado em todas as igrejas particulares do mundo inteiro “entramos em comunhão de fé, esperança e amor”. Esse horizonte de esperança, experimentado pelas comunidades, ajuda na compressão do pertencimento de todos ao mistério do amor de Deus, e convida manter-nos na esperança, na fraternidade e possibilite superar a violência. “Jesus, Maria e José, em vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor. Confiantes a vós nos consagramos. Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugar de comunhão, de afeto, de perdão, escola do Evangelho, pequenas igrejas. Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas nossas famílias violência, fechamento, divisão. E quem tiver sido ferido, escandalizado, seja consolado e curado. Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do sagrado e inviolável amor da família. a beleza do projeto de Deus. Jesus Maria José, ouvi-nos e acolhei-nos. Amém.”, finalizou o cardeal.

Cardeal Steiner: “Nesta noite somos envolvidos por um Deus menino”

“Somos então, queridos irmãos e irmãs, nesta noite envolvidos por um Deus menino, um Deus criança, um Deus humanado, audível, visível, Deus pobreza, Deus leveza, Deus candura, Deus infância”, afirmou o Cardeal Leonardo Ulrich Steiner, Arcebispo de Metropolitano de Manaus e presidente do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, na noite de 24 de dezembro de 2025, durante a Missa do Natal do Senhor, na Catedral Metropolitana de Manaus, às 18h. A celebração foi concelebrada por Dom Derek Byrne, bispo emérito da Diocese de Primavera do Leste. Um recém-nascido é o sinal O cardeal iniciou sua homilia recordando que no quarto domingo do Advento o profeta Isaías indicava pedir ao Senhor que fizesse “ver um sinal que provenha da profundeza da terra, que venha das alturas do céu”.  Em seguida, destacou que o Evangelho da noite do dia 24 responde ao sinal pedido, através do anúncio do anjo: “Isto vos servirá de sinal. Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”. Ele explicou que o sinal “que é esperado pelas gerações, o rogado pelas descendências de Abraão, Isaac e Jacó” é um recém-nascido. “Finalmente o implorado por séculos nasceu. E eis que chegou Emmanuel, o Deus conosco. Nasceu para nós o Salvador, o Cristo, o Senhor. Numa das homilias de Natal, Santo Agostinho pergunta: ‘a que Deus adorais? Um Deus que nasceu?’ Sim, adoramos o Deus nascido na nossa carne, na nossa fragilidade humana. Sim, queridos irmãos e irmãs, adoramos um Deus que nasceu, que veio à luz. Nos enche de admiração e gratidão o anúncio do anjo”, enfatizou o arcebispo. O anúncio da grande alegria para todos os povos é o nascimento de um Salvador na cidade de Davi. Esse nascimento foge a lógica esperada pois, segundo o cardeal, o “sinal que nos foi oferecido e foi oferecido aos pastores é um sinal pequeno, delicado, frágil, apenas um recém-nascido” e não um “sinal da grandeza, do poder, da majestade, do triunfo, das imposições”. Por isso, “o sinal de Belém é apenas um menino, um recém-nascido, frágil, necessitado, pobre, envolvido em panos, deitado no comedouro de animais” é quase decepcionante. “Como pode o libertador, o salvador, o Deus conosco estar nesses sinais da desventura, do desalojamento, na periferia, na fragilidade, na quase desumanidade? Não era o esperado salvador, o forte, o guerreiro, o lutador? E eis que o anjo anuncia um necessitado de cuidados: ser amamentado, ser carregado, ser velado, nascido fora da cidade”, refletiu o arcebispo. Seu amor concreto toca a fraqueza humana Em sua reflexão o arcebispo conduziu os presentes pelo texto bíblico onde os pastores são tomados pelo medo, mas mesmo com temor creram nos sinais anunciados. E ao crerem foram em busca e encontraram o sinal: o recém-nascido. Ele sublinhou que encontrar “Deus na pequenez, Deus na nossa humanidade e fragilidade” revela a concretude do amor de Deus que toca a nossa humanidade, isto é, o “Deus deu-se a si mesmo”, o “recém-nascido Salvador, que é Jesus, o nascido em Belém”.   “Ouvimos o profeta dizer, um filho nos foi dado. Deus se tornou filho nosso. na pobre manjedoura de um lúgubre estábulo, precisamente ali, Deus, porque veio ele à luz durante a noite, sem um alojamento digno na pobreza, enjeitado quando merecia nascer como maior rei, no meio do linho e dos palácios? Por quê? Para nos fazer compreender até onde chega o seu amor por nós”, explicou o presidente. Essa perspectiva do encontro do “Filho de Deus que nasceu descartado” com as nossas vulnerabilidades implica que “todo descartado, descartada é filha, é filho de Deus”. E dessa maneira, reconhecer a filiação de Deus para todos permite acolher “com ternura nossas próprias fraquezas”, disse o cardeal. E assim, compreender que “como em Belém, também conosco, Deus gosta de fazer grandes coisas através das nossas pobrezas e fraquezas, a santidade”. “Colocou toda a nossa salvação na manjedoura de um estábulo, sem temer as nossas pobrezas. Deixemos que a sua misericórdia transforme a nossa vida, dizia Papa Francisco numa de suas homilias da vigília do Natal”, explicou Steiner.  Anunciado aos últimos O arcebispo prosseguiu dizendo que o Deus nascido torna-se “visível, palpável, audível” aos pastores “que viviam na distância, distanciados, viviam sem casa, sem teto”. E estes foram os primeiros a receber o anúncio e encontrar o menino Deus. Suas condições de vida os impediam de cumprir com prescrições religiosas, tornando-os impuros. No entanto, é a eles que “Deus pequeno” é anunciado”, explicou o cardeal. “Então não temamos o nosso Deus. Quanta alegria não devem ter experimentado esses homens e essas mulheres ao verem Deus tão próximo, tão pequeno, para ser acolhido. O anúncio dos anjos nesta noite, queridos irmãos e irmãs, nos consola e fortalece. Não tenhais medo. Sim, eu vos anuncio uma grande alegria para todo o povo nasceu o Salvador, mas a glória, glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens que ele ama. Todos nós em Jesus fomos amados, amadas”, enfatizou Steiner. Ele explica que, como os pastores naquela noite, “nós glorificamos a Deus por ter se feito um de nós, indicar o caminho da nossa finitude, o caminho da salvação”. E nesse horizonte somos convidados a não “termos medo das nossas fraquezas, da nossa finitude, das nossas limitações”. Isto porque a comunicação que o “Deus pequeno, Deus criança” traz é de que Ele está conosco e nasceu para nós. Não temer nossas fraquezas “Por que termos medo do menino que está sendo velado por animais? Por que ter medo se apenas uma criança envolta em panos deitado numa manjedoura é sinal da paz, da fraternidade? Por que medo se apenas um recém-nascido é cuidado por um pai e uma mãe na desventura do desalojamento? Talvez medo porque que Deus pudesse ser visto pego pelos braços no colo de Maria José? Quando antes na história poderíamos pensar que Deus haveria de ter o nosso corpo, assumir a nossa fraqueza?”, questionou o presidente. As respostas para essas perguntas são assimiladas ao contemplar…
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Diocese de Alto Solimões realiza Admissão às Ordens Sacras e Instituição de Ministérios

Na noite de 14 de dezembro de 2025, a Diocese de Alto Solimões realizou a Missa de Admissão às Ordens Sacras e Instituição dos Ministérios de Leitor e Acólito. A celebração foi presidida por Dom Adolfo Zon, bispo da diocese e vice-presidente do Regional Norte 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, na Paróquia São Paulo Apóstolo, Co-Catedral de Alto Solimões, no município de São Paulo de Olivença, Amazonas, às 19h. Na celebração, Leonan Barros de Souza, do 1° ano de Teologia, recebeu a Admissão às Ordens Sacras; Alex Cacau Pedrosa, Adelson Quirino e Hércules Vitorino, do 2° ano de Teologia, foram instituídos no Ministério de Leitor; e, Camilo Jailton Martins, do 3° ano de Teologia, foi instituído no Ministério de Acólito. Dom Adolfo Zon iniciou sua homilia agradecendo os padres presentes, em especial Pe. Pedro Cavalcante, responsável pelo Seminário Arquidiocesano São José, em Manaus. Nele os seminaristas do Regional Norte 1 realizam as etapas de formação do Discipulado e da Configuração. Ele enfatizou a preciosidade de cultivar “uma amizade sacerdotal” durante o processo formativo, que ajuda os seminaristas a “crescer segundo a estatura de Cristo Jesus”. Preparar os corações Em seguida, reforçou aos presentes que a liturgia do 3° Domingo do Advento apresenta o horizonte da alegria. Essa perspectiva é aprofundada com o Encerramento do Ano Jubilar na diocese e a conferência de ministérios ao grupo de seminaristas. Embora seja “tempo de penitência, de preparar nossos corações, preparar nossos caminhos para acolher o Cristo Senhor”, explicou o bispo, é “uma penitência alegre”. Ao comentar sobre a primeira leitura, Dom Adolfo Zon destacou o anúncio do profeta de que a vinda de Deus transformará a “situação de opressão numa situação de alegria”. Da mesma forma, com o fim do Jubileu da Esperança, deve permanecer a certeza “que Deus sempre vem para nos salvar. O nosso Deus é salvador. O nosso Deus não é opressor. O nosso Deus quer a vida plena”. Essa prerrogativa deve fortalecer a caminhada de fé dos cristãos. O serviço é esperança viva No rito de Admissão às Ordens Sacras o seminarista é acolhido como candidato ao diaconato e prrsbiterato, marcando um passo importante na caminhada vocacional. Esse compromisso de fé recorda, nas palavras do bispo, que a “presença destes jovens caminhando rumo a ser presbíteros da sua igreja local é um sinal precioso”. Nesse rito de entrada do caminho prebisteral há um aprofundamento do discernimento do serviço dedicado à comunidade, necessário manter ainda mais viva a Esperança. “Configuração, porque já começou a etapa da configuração, né? Que se chama no seminário, configuração a Cristo sacerdote. Que bonito. Aproveite, não te faltarão as ajudas necessárias, seja por parte da nossa diocese como também do Seminário Maior São José”, acrescentou o bispo. Quanto a instituição do ministério de leitor, Dom Adolfo Zon explicou que é para que os seminaristas “se esforcem por acolher essa palavra ruminada no seu coração e pregada sobretudo com a sua vida”. De maneira que sua linguagem, seu modo de ser traduza semelhança com a Palavra de Deus escrita. E ilustrou que seu jeito de ser padre o torna reconhecível onde quer que esteja, vivendo uma realidade que transparece e que deve transparecer o próprio Jesus. Animados pelo Espírito Em relação ao rito do acolitado, o vice presidente recordou que o seminarista Camilo Jaílton vai na frente favorecendo o caminho dos outros. Enfatizou que ser instituído nesse ministério é um convite a aprofundar as dimensões relacionadas ao “Altar e sobretudo da Eucaristia”. E com isso, pediu que o Espírito Santo animasse outros jovens na Diocese, assim como animou cada um deles, param que de cada comunidade “surja uma de suas vocações” de forma a frutificar uma boa animação vocacional. “O encerramento precioso com este Jubileu da Esperança e sobretudo também de preparação para o Natal. Saber que Cristo veio no meio de nós e Ele se faz presente na palavra de Deus, se faz presente no altar da Eucaristia, se faz presente também nesses seminaristas que estão se preparando para servir o seu povo e também se faz presente no seu povo”, finalizou o bispo. Fotos: Diocese de Alto Solimões.

Cardeal Steiner: Advento, “o nascer de Deus em nossa humanidade”

O Cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, presidiu a Celebração do 3° Domingo do Advento na Catedral Metropolitana de Manaus na manhã de 14 de dezembro de 2025. Ele recordou aos presentes que “estamos a caminho de Belém”. Nesse percurso, a liturgia traz o anúncio de diversas manifestações de Deus e que o Advento é a “espera do Filho do Homem o nascer de Deus em nossa humanidade”. Em sua homilia, o cardeal explicou que o 3° Domingo é chamado de Domingo da Alegria, por ser uma “espécie de antecipação litúrgica para podermos celebrar a alegria do Natal”. Em continuidade, recordou o Evangelho do domingo passado, onde “víamos João Batista às margens do Jordão” e hoje o Evangelho anuncia que ele está na prisão e em dúvidas e manda perguntar: “és tu aquele que há de vir ou devemos esperar por um outro?”. “João, o preparador, o anunciador, o aplanador das colinas, o endireitador dos caminhos, não sabe mais. Anunciava e agora já não sabe mais. Ele havia tocado, havia batizado seu Senhor e agora na quase ignorância do saber. Havia dito que não sou digno nem mesmo de carregar suas sandálias, agora já não sabe mais quem ele é”, ilustrou o cardeal. Seria Ele o esperado?  O arcebispo indagou os fiéis presentes a pensar “O que não faz a prisão, queridos irmãos e irmãs? O que pode fazer a solidão?”. Dando seguimento, explicou a perspectiva em que se encontrava João Batista “não mais rodeado pelas multidões, discussões, não mais pregações, nem mesmo o batismo de conversão”. Ele expôs que a solidão de João é um “nada para anunciar, nada para preparar, nada para endireitar” e com ela João se interroga: “é ele ou devemos esperar por um outro?”. “Abandonado, sem o vestido das peles de camelo, sem o cinturão de couro em torno dos rins, sem os gafanhotos e o mel silvestre, se interroga, duvida, espera. E agora no desejo da confirmação de uma presença nova que deve batizar no Espírito. Seria ele o esperado, o desejado das nações, o implorado, o rezado nos séculos o Deus conosco, o Deus da história, o Deus de nossos pais, o Deus de Abrão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó?”, novamente apontando as percepções da dúvida de João Batista.  Em suas palavras o cardeal conduziu os presentes a assumir o questionamento de Batista, “É ele? É ele o nascido em Belém, no quase relento, sem casa, sem lugar, no recolhimento das ovelhas? É Ele? Ele que nascera, Ele cumpridor das escrituras, Ele o esperado, Ele o meu primo, o da minha raça, do meu sangue, da minha parentela, da descendência de Davi. Ele o filho de Maria e José, João não sabe mais”. E outra vez trouxe a passagem do Evangelho “É aquele que devia vir ou devo esperar por um outro?”. O arcebispo prosseguiu com objeção de João “um grande profeta, um grande curador, anunciador”.  E acrescentou “seria demais, impossível que o desejado, implorado, explorado, esperado por tantas gerações fosse justamente ele, o da minha carne, o do meu sangue, da minha parentela, o de Nazaré?”. Isto porque, segundo ele, o precursor se vê “abandonado, solitário, à espera da morte”, e na dúvida envia de seus discípulos a Jesus para questioná-lo. Como resposta, Jesus pede que contem a João o que “os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados”. Feliz aquele que não se separa de Mim Em sua homilia, o cardeal explicou que o que viram e ouviram era “o sinal inconfundível de que era Ele e não o outro”. Em suas palavras “Ele era a vida nova que estava por pulular em todas as partes”, e por isso era “feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim”. Dessa forma, escandalizar assume a compreensão de “não se separa de mim”. Porque, em Jesus, “uma vida nova, pois um reino novo, uma nova convivência. Tudo redimido, tudo transformado”, essas transformações é que tornavam visível a presença de Deus. O arcebispo acentuou que esses sinais não eram os milagres que causam “admiração e estupefação”. E sim “do cuidado e do desvelo de Deus, a aproximação de Deus em dar olhos, em conceder liberdade, em dar corpos limpos”, como explicou o cardeal. A visita de Deus aos pequeninos e necessitados “os enche de vida nova, os renova, os liberta, os coloca de pé, eles caminham com os próprios pés, veem com os próprios olhos, ouvem com os próprios ouvidos, mas todos purificados e limpos”. “É que vivem na purificação não própria. mas na purificação de Deus. Então, não necessitava esperar por o outro. Somente um Deus humanado poderia cuidar assim dos cegos, dos coxos, dos leprosos, dos surdos, dos mortos, dos pobres. Sim, João, sou eu, o da tua parentela, o filho de Maria José que você conheceu. Sou eu, aquele o esperado, implorado, desejado, ansiado por séculos. Sou eu, não precisas esperar por um outro” explicou o cardeal. É a criança de Belém O presidente destacou a beleza do texto apresentado da primeira leitura do Livro do Profeta Isaías “vida nova, parece tudo resplandecer, tudo brilhar, mas cheio de vida e de transformação”. Com a palavras do profeta, refletiu a quantidade daqueles que voltaram para casa curados “Os que o Senhor salvou voltarão para casa. Quantos voltaram para casa curados? Nos textos do Evangelho encontramos”. No retorno iam “a Sião cantando louvores com infinita alegria, brilhando os seus rostos, cheio de gozo e de contentamento, não mais a dor e o pranto. Vida nova, porque presença nova de Deus entre nós”. Essa percepção responde ao questionamento de João a sim mesmo sobre a pessoa de Jesus “Assim era ele, João não precisava esperar por outro”. Hoje, queridos irmãos, queridas irmãs, queridos telespectadores, radiouvintes, Domingo da Alegria. Alegria pré-anunciada pelo profeta, alegre-se a terra que era deserta e intransitável. E não…
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Diocese de Borba ordena Presbítero o Diácono Ângelo Prestes

Na noite de ontem, 06 de dezembro de 2025, a Diocese de Borba realizou a Ordenação Presbiteral do diácono Ângelo Prestes, pela imposição das mãos de Dom Zenildo Luiz Pereira da Silva, bispo diocesano, na Basílica de Santo Antônio de Borba, às 19h. O evento contou com a presença de presbíteros, diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, sua mãe, Domingas Valente Prestes e demais familiares e amigos. Viu e encheu-se de compaixão Após uma longa caminhada de discernimento, estudo e vivência na fé, o jovem borbense, Ângelo Prestes demostrou o desejo generoso de “trabalhar na vinha do Senhor”. A partir de 2016, com a chegada de Dom Zenildo Luiz em Borba, começaram seus passos vocacionais, por meio de encontros de comunidades, pastorais e fortalecimento na catequese. Toda essa experiência vocacional fez nascer em seu coração o ardor pelo chamado ao sacerdócio. Em 2018, Ângelo ingressou no Seminário Arquidioceseno São José, em Manaus, onde cursou o Bacharelado em Filosofia. Em 2022 iniciou os estudos de Teologia no Seminário Maior Maria Mãe da Igreja em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Foi ordenado diácono no dia 2 de agosto de 2025, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida. A escolha do serviço de presbítero é a mais pura decisão de entrega e amor. Por isso, toda Igreja de Cristo se alegra com este vosso filho que hoje decidiu caminhar em direção aos apelos dos mais humildes. O Sacerdócio é o ministério do amor Em sua homilia, Dom Zenildo Luiz Lima pontuou as dimensões da fé, sendo esta cognitiva, pois faz transpassar a todo tipo de injustiça e faz crescer em humanidade, e em comunhão com a igreja e com os irmãos. Esta fé guiará o ministério sacerdotal. Dom Zenildo exorta que o Jovem diácono deve seguir a canção do Padre Zezinho – “Não deixe que eu me canse, ó Senhor”. Não deixe de amar a Jesus e servir ao povo. Que seus caminhos reflitam a linguagem do amor, da humildade e da harmonia. “Seja impulsionado e iluminado pelo Espírito Santo de Deus”. Neste viés, o Bispo diocesano frisou que “o povo de Deus sente necessidade do Presbítero discípulo, do presbítero missionário, do presbítero que vive o Evangelho”. Foi mencionado também por Dom Zenildo que o neo-sacerdote seja um padre mistagogo, pela catequese, pela evangelização e pelo testemunho. A alegria do pertecimento Durante a celebração, os participantes prestaram homenagens ao novo padre, a Sra. Domingas Prestes, mãe de Pe. Ângelo Prestes, em lágrimas de profunda alegria, revestiu o novo presbítero, num momento de comoção e alegria a todos os presentes na Basílica. Este gesto solene de fé e entrega representa um fortalecimento significativo para a Diocese de Borba, bem como para suas foranias, paróquias e áreas missionárias. O Padre Jair, da paróquia de Campo Grande, irmã-diocese, afirmou que o Padre Ângelo “tem traços de pastor e seguirá firme‘. O padre Jânio Assis, pároco da Paroquia de Autazes apontou qualidades que destacaram a caminhada do Padre Ângelo.  A Ata final foi declamada pelo Padre Jair Vieira Alves, chanceler da Cúria diocesana. “Eu decidi ficar entregue à ação da graça e da Misericódia de Deus” Em suas palavras, o Padre Ângelo Prestes afirmou que o “Senhor Deus nos reconstrói a partir de Seu Sagrado Coração“. Ele afirma que “Deus me convidou a caminhar, não porque eu mereça, mas porque Ele é, em plenitude, misericórdia”. As palavras emocionadas do novo sacerdote foram marcadas por profundo agradecimento e sincera gratidão a todos aqueles que contribuíram para sua formação. Ao final, confiou sua missão à intercessão de Santo Antônio, pedindo a graça de ser um homem da Palavra e um servo fiel. Texto e imagem: Francelina Lopes de Souza – Coordenadora da Pastoral da Comunicação da Diocese de Borba

Arquidiocese de Manaus inicia Assembleia Sinodal da Juventude

Na noite de ontem (5), o Cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo Metropolitano de Manaus e Presidente do Regional Norte 1, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Norte 1), presidiu a missa de abertura da Assembleia Sinodal da Juventude, na Catedral Metropolitana de Manaus, às 18h. A celebração marca o caminho de conclusão do Sínodo da Juventude. Nos dias 6 a 8 de dezembro, os Jovens e Adultos Sinodais construirão caminhos pastorais para as Juventudes de todo território arquidiocesano. Durante sua homilia, o Arcebispo de Manaus recordou que o texto do Evangelho nos convida a “um abrir olhos. Sempre um abrir olhos”. Nela o cardeal explicou que “nem sempre nossos olhos atinam para a verdade pela qual poderíamos ser atingidos”. E que o caminho percorrido com o Sínodo da Juventude foi “como que um pedir para abrir olhos”. Olhos sensíveis ao Anúncio do Evangelho Segundo o cardeal, o elo entre o texto evangélico e o Sínodo reflete o desejo da Igreja de Manaus de que os jovens “pudessem falar, os jovens pudessem dizer”. Mas que com ele, os jovens possam também “ver e participar da vida da igreja, da vida eclesial, do reino de Deus, do anúncio do Evangelho. Então a súplica do texto do evangelho de hoje é o desejo de ver”. Ele recorda que a forma como os cegos dos olhos veem no texto, reforça a sensibilidade alcançada por aqueles que sentem a necessidade de “ver”. “Veem pela escuta, pelo timbre da voz, pelas expressões, pelos adjetivos, pela sonoridade agressiva ou acalentadora, veem, mas vem também pelo tato. E apalpando, tocando, veem. Todos veem”, destacou o arcebispo. Essa busca dos cegos pela visão revela a “grandeza e a beleza de podermos viver na dignidade de filhos e filhas de Deus”. E é justamente o que dá alento, coragem e matura as experiências humanas, pois o Evangelho dá sentido à vida. O arcebispo também destacou que o texto apresenta a perspectiva comunitária, onde os dois cegos viram juntos, estabelecendo uma ligação com processo sinodal que carrega as expressões comunitárias de fé dos jovens. “Eram dois. É como se disséssemos, nós vemos mesmo quando vemos juntos. Quando nossos olhos se abrem e juntos vemos. Porque um diz, veja que bonito, e o outro diz, olha mais isso, e veja mais isso, e veja mais aquilo. E nós vamos tendo essa beleza de um mosaico dos veres. Na nossa Assembleia Sinodal, nós não viemos individualmente”, explicou. A concretude dos novos caminhos A dinâmica escolhida para a Assembleia buscará ajudar os jovens a apontar caminhos concretos de como ser jovens na Igreja de Manaus. O “ver” apresentado pelo Evangelho convida a desenvolver uma receptividade construtora de participação autêntica, engajada e comprometida. E, nas palavras do cardeal, “podermos ir trabalhando juntos, servindo juntos, rezando juntos, cantando juntos, dançando juntos. porque somos uma igreja, somos a visibilização do reino de Deus.” E nesse sentido, a clareza de que o processo se constrói de forma comunitária permite que a pergunta de Jesus floresça: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?”. E a resposta a essa pergunta é um chamado aos jovens para que apresentem caminhos e propostas para que a igreja possa, como citou o Dom Leonardo, “ir ao encontro de todos”, até os que não participam da vida da igreja. E assim, ver e comunicar a beleza, a profundidade e a verdade extraordinária do Evangelho. “Sim, na medida de crermos que nós, como jovens, somos capazes de responder à beleza do Evangelho. Sim, à medida da fé, à medida de crermos, fomos todos batizados, na medida em que cremos que somos capazes, porque recebemos a filiação divina. Não somos qualquer um, somos todos filhos e filhas de Deus. E como filhos e filhas de Deus, nós dizemos, eu quero ver. Ver sempre mais.”, refletiu o arcebispo. Ao final, o cardeal Steiner reforçou que todos merecem viver e experimentar a beleza do Evangelho. E para isso convidou os presentes a pedirem “Nossa Senhora Imaculada Conceição nos ajude nesses dias”. Principalmente “nós que preparamos os nossos corações para a grande Solenidade da Imaculada Conceição, que nos coloquemos a caminho com os nossos jovens”. Fotos: Arquidiocese de Manaus

Coordenação Regional da Pastoral da Juventude realiza reunião em Manaus

A Pastoral da Juventude (PJ) do Regional Norte da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB – Regional Norte 1) realizou a 73° reunião da Coordenação Regional. De 21 a 23 de novembro, os coordenadores se reuniram no Centro Magis Amazônia, em Manaus. Um momento de construção coletiva das atividades regionais, de partilha e de compromisso com a juventude e a Igreja da Amazônia. Além dos coordenadores regionais, participaram Marcelo Pereira, da Prelazia de Tefé, Coordenador Nacional da Pastoral da Juventude pela Regional Norte 1; Ir. Jerusa (ASC) e Pe. José Roberto (OMI), da Comissão de Assessoria da Pastoral da Juventude, e Ir. Rosiene Gomes, Articuladora Regional das Pastorais Sociais. Na programação da noite de sexta-feira (21), os participantes vivenciaram um momento de encontro, escuta e espiritualidade. O sábado iniciou com uma mística, inspirada no lema do Ano Jubilar “A esperança não confunde” (Rm 5,5), aprofundada nos versículos de 1-5. A partir disso, iniciaram o puxirum para a construção do plano de ação do próximo triênio. Segundo Marcelo Pereira, os integrantes refletiram seis eixos que orientam a caminhada da Pastoral da Juventude: formação e relação, espiritualidade, comunicação, cultura, ação transformadora e sustentabilidade. E dentro de cada eixo, abordaram pistas, atividades e os passos que “queremos dar até o fim deste triênio da nova coordenação” (2025 a 2028). A programação encerrou no domingo. Informações e fotos: Pastoral da Juventude Regional Norte 1

Diocese de São Gabriel da Cachoeira aprofunda os caminhos da Sinodalidade em Assembleia Pastoral

Nos dias 14 e 15 de novembro a Diocese de São Gabriel da Cachoeira realizou a primeira Assembleia Pastoral da cidade. Com o tema “A Sinodalidade, passos e caminho para a uma Pastoral de Conjunto”, o encontro tratou da redivisão da presença missionária dos presbíteros e da vida religiosa consagrada, da iniciação cristã e da catequese nas comunidades urbanas. A experiência enfatiza o desejo de comunhão, participação e missão. Com mais de 100 participantes, entre leigas e leigos, as Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora, as Irmãs Filhas de Santa Maria da Providência, as Irmãs Catequistas Franciscanas e as Irmãs Filhas de Nossa Senhora do Sagrado Coração. E também com os missionários do Sagrado Coração, os padres diocesanos locais e os padres fidei donum e o serviço pastoral paroquial dos Salesianos de Dom Bosco buscando uma melhor presença e experiência nas itinerâncias. No primeiro dia, foi apresenta a história desde o tempo das missões até o surgimento da nova área missionária que se chamará Sagrada Família, no bairro Miguel Quirino. Segundo Dom Vanthuy Neto, bispo da Diocese, com a ajuda de Pe. Sidcley e o Sr. Edivaldo, descobriram “espaços na cidade de São Gabriel onde nós não temos uma presença física ou uma capela ou mesmo uma comunidade humana”. E a partir disso, as comunidades urbanas se dividirão em três paróquias: Catedral Arcanjo São Gabriel, São João Bosco e Nossa Senhora Aparecida e a Área Missionária Sagrada Família. Caminhar juntos Durante o sábado, os participantes da assembleia identificaram a necessidade da construção de um Plano Pastoral de Conjunto para atender as necessidades da cidade. Especialmente após o último censo, que indicou um crescimento do número de evangélicos. Por isso, optaram por quatro caminhos: o da ministerialidade, da iniciação à vida cristã, da catequese e da sustentabilidade da Evangelização na região. Quanto a dimensão transversal da ministerialidade, as quatro áreas eclesiásticas da cidade contarão com uma comissão de trabalho para formação do povo de Deus à serviço nas comunidades. Já para os temas da iniciação cristã e da catequese, priorizarão a construção dos caminhos da catequese dentro da cidade, nas comunidades do Rio Negro, do Rio Curicuriari e do Rio Uaupés. Valorizando as duas experiências fortes das comunidades: o batismo e a catequese. Sustentar a vida comunitária Além disso, Dom Vanthuy Neto destaca “um clamor que veio das comunidades” de “como sustentar a Evangelização”. Essa perspectiva da sustentabilidade passa pelo dízimo, ofertas, envolvimento do povo, pela construção de capelas e sustento da formação do povo de Deus. Mas também pelo lado humano, com famílias que enfrentam o alcoolismo e o suicídio entre os jovens, nesse ponto, o carisma Salesiano apoiará a organização de um serviço juvenil. Ao final, as comissões de leigas e leigos formadas e demais participantes demonstram animação com o caminho pastoral iniciado para a cidade de São Gabriel, que os conduzirá a Assembleia do ano seguinte. Dom Vanthuy Neto sublinha que “a ideia é que se cada vez, mais se estreite uma comunhão”, principalmente com o crescimento urbano e as dinâmicas de êxodo rural e presença dos migrantes venezuelanos. Desse modo, o trabalho conjunto entre missionários, religiosos e religiosas; e padres diocesanos, nas quatro comissões, ajudaram a fazer o caminho completo em 2026. Fotos: Diocese de São Gabriel da Cachoeira

Diocese de Parintins realiza Assembleia Eletiva da Pastoral da Criança

A Diocese de Parintins realizou a Assembleia Eletiva da Pastoral da Criança Diocesana, de 14 a 16 de novembro, no Centro Pastoral Mãe de Deus, em Parintins. A reunião contou com momentos de avaliação, planejamento e visitas às comunidades. O encontro fortalece a proximidade com a realidade local e o compromisso missionário com as famílias assistidas. Estiveram presentes representantes das paróquias Nossa Senhora de Lourdes, São Sebastião, São José Operário, Nossa Senhora da Conceição, de Maués. Além de Dom José Albuquerque, bispo diocesano, e com a assessoria da Coordenadora Estadual Alriane da Silva Santos, da Pastoral da Criança do Regional Norte 1, que conduziu a assembleia. Durante os três dias, houve a avaliação das atividades de 2025, um momento formativo sobre a missão da Pastoral da Criança, a eleição da nova equipe de coordenação diocesana e o planejamento do ano de 2026. Os participantes definiram como meta implantar a PC em todas as paróquias da Diocese e contribuir com o caminho sinodal assumido pela diocese. Além disto, celebraram os 37 anos da Pastoral na Diocese de Parintins. Com espírito de unidade, partilha e comprometimento, a Pastoral da Criança reafirma sua missão de serviço, cuidado e amor ao próximo na Diocese de Parintins. Com informações e fotos da Diocese de Parintins

Conselho Missionário Diocesano de Parintins realiza assembleia anual

A Diocese de Parintins realizou a Assembleia Anual do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI), nos dias 14 e 15 de novembro, no Centro Pastoral Mãe de Deus, em Parintins. O encontro reafirmou o compromisso da diocese com a animação missionária, a comunhão e o fortalecimento da ação evangelizadora nas comunidades. Kennedy Affonso, integrante da Equipe de Articulação Regional do Conselho Missionário Regional (COMIRE), conduziu momentos de reflexão, estudo e aprofundamento sobre a missão na Amazônia. Os participantes pautaram a ampliação da Equipe de Coordenação do COMIDI, composta pelo Pe. Oséias e pela Ir. Valéria, e indicaram mais duas novas lideranças para integrar a coordenação. Essa movimentação busca fortalecer a articulação missionária e ampliar a representatividade dos agentes pastorais no serviço diocesano. O encontro reuniu representantes das paróquias, áreas missionárias e comunidades para avaliar a caminhada missionária do ano e definir as prioridades para 2026. A assembleia foi concluída com o envio dos missionários participantes e da nova coordenação ampliada, às 19h, com a Celebração Eucarística na Catedral Nossa Senhora do Carmo. Com informações e fotos da Diocese de Parintins